Comparison of reaction time in futsal athletes

  • Maria Eduarda Fontes Assis Centro Universitário Una de Minas Gerais, Brasil.
  • Franco Noce Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil.
  • Filipe de Andrade Cândido Centro Universitário Una de Minas Gerais, Brasil.
  • André Carlos Rocha Diniz Centro Universitário Una de Minas Gerais, Brasil.
  • Marcos Antonio Campelo Lopes Centro Universitário Una de Minas Gerais, Brasil.
  • Cristina Carvalho de Melo Centro Universitário Una de Minas Gerais, Brasil; Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil.
Keywords: Futsal, Reaction time, Sports

Abstract

In futsal, due to rapid situational changes, players must have quick reactions, being able to perceive situations in the game environment, interpret them, program responses and initiate them in short intervals of time. The aim of the study was to compare the choice reaction time in male athletes in the Under-11, Under-15 and Adult categories.  The Vienna System was used, which measures cognitive abilities through color and sound discrimination. Choice reaction tests were applied, where there are visual, auditory and motor stimuli, and the simple reaction test, which consists of visual and motor stimuli. There was a lower performance in the choice reaction time of the Under-11 group when compared to the other two categories. No significant difference was found between the Under-15 and Adult groups. The results suggest a great influence of the level of cognitive development and a low influence of non-test-specific sports training on this variable.

References

-Andrade, A.; Belmonte, A.; Viana, M. Tempo de reação, flexibilidade e velocidade acíclica de membros inferiores de atletas de taekwondo. Revista Digital EF Deportes. Buenos Aires. Ano 11. Num. 96. 2006.

-Binotto, M. Atividade física e tempo de reação de mulheres idosas. Programa de Pós-Graduação em Educação Física. Dissertação de Mestrado. Santa Catarina: Universidade Federal de Santa Catarina. 2007.

-Bompa, T. Periodização: teoria e metodologia do treinamento. Phorte. 2002.

-Borges, C. G.; Acco Junior, J. Tempo de Reação em Goleiros de Futebol de Campo de 10 a 17 anos de idade. Universidade do Sul de Santa Catarina, Riuni, Repositório Institucional. UNISUL. 2020.

-Catteeuw, P.; Helsen, W.; Gilis, B.; Wagemans, J. Decision-making skills, role specificity, and deliberate practice in association football refereeing. Journal of Sports Sciences. Vol.17. Num. 11. 2009. p.1125-1136.

-Chagas, M. H.; Leite, C. M. F.; Ugrinowitsch, H.; Benda, R. N.; Menzel. H.; Souza, P. R. C.; Moreira, E. A. Associação entre tempo de reação e de movimento em jogadores de futsal. Revista Brasileira de Educação Física e Esportes. Vol.19. Num. 4. 2005. p. 269-275.

-Corazza, S. Tempo de Reação Simples e de Escolha de Idosos Motoristas: Uma Comparação em Relação ao Sexo e a Prática de Exercícios Físicos Regulares. Revista Biomotriz. Vol. 7. Num.1. 2013. p.15-28.

-Egan, C. D.; Verheul, M. H. G.; Savelsbergh, J. P. Effects of experience on the coordination of internally and externally timed soccer kicks. Journal of Motor Behavior. Vol.39. Num. 5. 2007. p.423-432.

-Enoka, R. Mechanisms of muscle fatigue: central factors and tasks dependency. Journal of Electromyogr and Kinesiol. Vol.5. Num.3. p.141-149. 1995.

-Gallahue, D. L.; Ozmun, J. C. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. São Paulo. Phorte, 2005.

-García, I; Martínez, L. Comparación de la atención visual y campo visual en desportistas en función del nivel de pericia. Comparison of the visual attention and visual field in athletes depending on their expertise level. Revista Internacional de Ciencias Del Deporte. Vol.7. Num.23. 2011. p. 126-140.

-Gonçalves, D.; Altermann, A. V.; Machado, A. P.; Fernandes, R.; Oliveira, A.; Mello-Carpes, P. B. Avaliação das funções cognitivas, qualidade de sono, tempo de reação e risco de quedas em idosos institucionalizados. Estudos Interdisciplinares Sobre o Envelhecimento. Vol.19. Num.1. 2014. p.95-108.

-Machado, J. S. Tempo de reação de escolha em atletas de diferentes categorias do futsal. Programa de Especialização em Treinamento Esportivo. Monografia de Especialização. Universidade Federal de Minas Gerais. 2009.

-Miyamoto, R.; Meira Júnior, C. Tempo de reação e tempo das provas de 50 e 100 metros rasos do atletismo em federados e não federados. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto. Vol.4. Num.3. 2004.

-Monteiro, A.; Ennes, F. C. M.; Ugrinowitsch, H.; Vieira, M. M. Benda, R. N. Tempo de reação de escolha de capoeiristas iniciantes e experientes. Revista Brasileira de Ciências do Esporte. Vol.37. Num.4. 2015. p.395-399.

-Noce, F.; Ferreira, T. S.; Moreira, C. Z.; Andrade, A. G. P.; Mello, M. T.; Costa, V. Influência do tempo de reação simples na seleção de jovens talentos no tênis. Revista Educação Física/UEM. Vol. 23. Num. 3. 2012. p. 369-377.

-Payne, V. G.; Isaacs, L. Desenvolvimento motor humano: uma abordagem vitalícia. 6ª edição. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2007.

-Pereira, G.; Andrade, V. O perfil do desenvolvimento motor de crianças praticantes e não praticantes do futsal. Arquivos de Ciências do Esporte. Vol.6. Num.1. 2018. p.41-43.

-Pérez-Tejero, J.; Soto-Rey, J.; Rojo-González, J. J. Estudio del tiempo de reacción ante estímulos sonoros y visuales. Motricidad. European Journal of Human Movement. Num. 27. 2011. p.149-162.

-Rangel, G. A influência dos aspectos cognitivos subjacentes a tomada de decisão na performance de atletas de Futsal. Revista Brasileira de Futsal e Futebol. São Paulo. Vol.12. Num.50. 2020.

-Schmid, R.; Wtisberg, C. Aprendizagem e performance motora: uma abordagem de aprendizagem baseada no problema. Porto Alegre. Artmed. 2001.

-Schuhfried, G. Teste de Reações Complexas e Múltiplas em Ecrã: DT. Lisboa: Infoteste. 2003. p. 33.

-Schuhfried, G.; Prieler, J. Teste de reacções simples e de escolha. 29ª edição. Mödling: Schuhfried GmbH. 2005. Manual.

-Shumway-Cook, A, Woollacott, MH. Controle motor: teoria e aplicações práticas. 2ª edição. Manole. 2003.

-Silva, G. Tempo de reação e a eficiência do jogador de goalball na interceptação/defesa do lançamento/ataque. Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Maringá. 2008.

-Silva, S. As habilidades de driblar e não ser driblado no futsal e no futebol com base no tempo de reação e na antecipação. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, Escola de Educação Física e Esporte. São Paulo. 2020.

-Souza, A. P.; Oliveira, C. A.; Oliveira, M. Medidas de tempo de reação simples em jogadores de voleibol. Revista Digital EFDeportes, Buenos Aires. Ano 10. num.93. 2006.

-Souza, V. F. Tempo de reação e tomada de decisão no tae-kwon-do: efeitos do número de alternativas e complexidade da tarefa. Bauru, UNESP. 2006.

-Weineck, J. Biologia do Esporte. São Paulo. Manole. 2000.

-Wilmore, J. H; Costill, D.L. Fisiologia do esporte e do exercício. 2ª edição. São Paulo. Manole. 2001.

Published
2022-03-24
How to Cite
Assis, M. E. F., Noce, F., Cândido, F. de A., Diniz, A. C. R., Lopes, M. A. C., & Melo, C. C. de. (2022). Comparison of reaction time in futsal athletes. RBFF - Brazilian Journal of Futsal and Football, 13(56), 738-744. Retrieved from https://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1195
Section
Scientific Articles - Original