https://www.rbff.com.br/index.php/rbff/issue/feedRBFF - Revista Brasileira de Futsal e Futebol2024-08-26T18:24:21-07:00Antonio Coppi Navarrocoppinavarro@ibpefex.com.brOpen Journal Systems<p>ISSN 1984-4956 versão online</p> <p>A <strong>Revista Brasileira de Futsal e Futebol (RBFF)</strong> é uma publicação do <strong>Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)</strong>, é de periodicidade quadrimestral, com publicação de artigos científicos, fruto de pesquisas e estudos de cientistas, professores, estudantes e profissionais que lidam com o Futsal, o Futebol e a Pedagogia do Esporte no sentido da aprendizagem, da iniciação e do alto rendimento no âmbito, da saúde, do esporte, da educação e da sociedade.</p> <p> </p> <p>The <strong>Brazilian Journal of Futsal and Football (RBFF)</strong> is published by the <strong>Brazilian Institute for Research and Education in Exercise Physiology (IBPEFEX)</strong> every four months with publication of scientific articles, result of research and studies of scientists, professors, students and professionals who deal with Futsal Football and Sport Pedagogy towards learning, initiation and high performance within, the health, the sport, education and society.</p> <p> </p> <p><strong>Revista Brasileña de Fútbol Sala y Fútbol (RBFF)</strong> es publicada por el <strong>Instituto Brasileño para la Investigación y Educación en Fisiología del Ejercicio (IBPEFEX)</strong>, se publica cada cuatro meses, con la publicación de artículos científicos, el resultado de la investigación y los estudios de científicos, profesores, estudiantes y los profesionales que se ocupan de Fútbol Sala, Fútbol, Pedagogía y Deporte, en el sentido de aprendizaje, la iniciación y de alto rendimiento, en la salud, en el campo de los deportes, la educación y la sociedad.</p> <p> </p> <p><a href="/index.php/rbff/about/submissions#onlineSubmissions"><strong>Clique aqui para submeter seu artigo</strong></a></p> <p> </p> <p>A <strong>RBFF</strong> é indexada nas seguintes <a href="/index.php/rbff/announcement/view/1">bases de dados</a>:</p> <div> <ul> <li class="show"><a href="http://infotrac.galegroup.com/itweb/aoneed" target="_blank" rel="noopener">ACADEMIC ONEFILE</a>, <a href="http://journal-index.org/index.php/asi" target="_blank" rel="noopener">ASI</a>, <a href="http://www.base-search.net/" target="_blank" rel="noopener">BASE</a>, <a href="http://dialnet.unirioja.es" target="_blank" rel="noopener">DIALNET</a>, <a href="http://doaj.org/" target="_blank" rel="noopener">DOAJ</a>, <a href="http://www.drji.org/" target="_blank" rel="noopener">DRJI</a>, <a href="http://ebscohost.com/" target="_blank" rel="noopener">EBSCO</a>, <a href="http://www.who.int/hinari/" target="_blank" rel="noopener">HINARI</a>, <a href="http://infotrac.galegroup.com/itweb/aoneed" target="_blank" rel="noopener">INFORME ACADÊMICO</a>, <a href="http://oaji.net/" target="_blank" rel="noopener">OAIJ</a>, <a href="https://www.redib.org/pt-pt" target="_blank" rel="noopener">REDIB</a>, <a href="http://www.sherpa.ac.uk/romeo/" target="_blank" rel="noopener">SHERPA RoMEO</a>, <a href="http://www.ebscohost.com/academic/sportdiscus-with-full-text" target="_blank" rel="noopener">SPORTDISCUS</a>, <a href="http://www.sumarios.org" target="_blank" rel="noopener">SUMÁRIOS.ORG</a>, <a href="http://apps.webofknowledge.com" target="_blank" rel="noopener">WEB OF SCIENCE</a>, <a href="https://www.worldcat.org/" target="_blank" rel="noopener">WORLDCAT</a></li> </ul> <div> </div> </div> <div>nas <a href="/index.php/rbff/announcement/view/4">bases indexadoras</a>:</div> <div> </div> <div> <ul> <li class="show"><a href="http://www.citefactor.org/" target="_blank" rel="noopener">CITEFACTOR</a>, <a href="http://ezb.uni-regensburg.de/" target="_blank" rel="noopener">CZ3</a>, <a href="http://diadorim.ibict.br" target="_blank" rel="noopener">DIADORIM</a>, <a href="http://www.freemedicaljournals.com/" target="_blank" rel="noopener">FMJ</a>, <a href="http://globalimpactfactor.com/" target="_blank" rel="noopener">GIF (Global Impact Factor)</a>, <a href="http://generalimpactfactor.com/" target="_blank" rel="noopener">GIF (General Impact Factor)</a>, <a href="http://scholar.google.com.br" target="_blank" rel="noopener">GOOGLE SCHOLAR</a>, <a href="http://impactfactorservice.com/" target="_blank" rel="noopener">IIFS</a>, <a href="http://www.journalindex.net/" target="_blank" rel="noopener">JOURNAL INDEX</a>, <a href="http://www.jourinfo.com/index.html" target="_blank" rel="noopener">JOURNAL INFORMATICS</a>, <a href="http://www.journals4free.com/" target="_blank" rel="noopener">J4F</a>, <a href="http://www.journaltocs.ac.uk" target="_blank" rel="noopener">JOURNALTOCS</a>, <a href="http://www.latindex.unam.mx" target="_blank" rel="noopener">LATINDEX</a>, <a href="https://portalnuclear.cnen.gov.br/livre/Inicial.asp" target="_blank" rel="noopener">LIVRE!</a>, <a href="http://miar.ub.edu/" target="_blank" rel="noopener">MIAR</a>, <a href="http://www.periodicos.capes.gov.br" target="_blank" rel="noopener">PORTAL DE PERIÓDICOS CAPES</a>, <a href="http://seer.ibict.br/" target="_blank" rel="noopener">SEER</a>, <a href="http://sindexs.org/Default.aspx" target="_blank" rel="noopener">SIS</a>, <a href="http://www.sjifactor.inno-space.org/" target="_blank" rel="noopener">SJIF</a>, <a href="http://sjournals.net/" target="_blank" rel="noopener">SJOURNALS INDEX</a>, <a href="http://oasisbr.ibict.br" target="_blank" rel="noopener">OASISBR</a>, UIF, <a href="http://qualis.capes.gov.br/webqualis/" target="_blank" rel="noopener">QUALIS PERIÓDICOS</a></li> </ul> </div> <div> <p> </p> <p>e nas <a href="/index.php/rbff/announcement/view/7">universidades/bibliotecas</a>: </p> <ul> <li class="show"><a href="https://neos.library.ualberta.ca/uhtbin/cgisirsi/x/0/0/57/5?user_id=WUAARCHIVE&searchdata1=ocn895736911" target="_blank" rel="noopener">ALBERTA</a> (Canada), <a href="http://aleph-www.ub.fu-berlin.de/F/BJNPRR5F7A6N8XBPRLPE4M9UIN7LDKVAA4CN54TM5SB5QBD2SB-07562?func=find-e&request=Revista+brasileira+de+obesidade%2C+nutri%C3%A7%C3%A3o+e+emagrecimento&find_scan_code=FIND_WRD&adjacent=N" target="_blank" rel="noopener">BERLIN</a> (Alemanha), <a href="http://ul-newton.lib.cam.ac.uk/vwebv/search?searchCode1=ISSN&searchType=2&argType1=any&searchArg1=1984-4956" target="_blank" rel="noopener">CAMBRIDGE</a> (Inglaterra), <a href="https://opac.ub.tum.de/search?bvnr=BV043314178" target="_blank" rel="noopener">MUNIQUE</a> (Alemanha), <a href="https://searchworks.stanford.edu/?q=895736911" target="_blank" rel="noopener">STANFORD</a> (Estados Unidos), <a href="http://copac.jisc.ac.uk/" target="_blank" rel="noopener">COPAC</a>, <a href="https://ie.on.worldcat.org/oclc/895736911" target="_blank" rel="noopener">IE LIBRARY</a>, <a href="http://www.rebiun.org/" target="_blank" rel="noopener">REBIUN</a>, <a href="http://www.worldcat.org/oclc/895736911" target="_blank" rel="noopener">WORLDCAT</a></li> </ul> </div> <div> <p><strong> </strong></p> <p><a href="/index.php/rbff/announcement/view/5"><strong>FATOR DE IMPACTO DA RBFF</strong></a></p> <p><strong><a href="/index.php/rbff/announcement/view/6"><strong>CIRC DA RBFF</strong></a></strong></p> </div>https://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1002Futebol, mestiçagem e racismo.2024-08-26T18:24:21-07:00Agnaldo kupperagnaldokupper2009@hotmail.com<p>Admite-se a visão de que, através do futebol, o brasileiro aprendeu a expressar-se, revelar-se, procurando contar a sua história a partir de si mesmo, mesmo sem grande clareza. Nascido elitista, na década de 1920 o fenômeno futebol já contaminava jogadores, torcedores, dirigentes, jornalistas e treinadores. Popularizou-se por ser praticado por gente simples, muito talvez pela origem humilde de atletas como Leônidas da Silva. Talvez, também como possibilidade simbólica de igualdades entre negros e brancos. A ideia de miscigenação e, particularmente, a presença do negro na composição social brasileiro, teria – com grande participação da mídia – implantado a visão de que nossas predisposições raciais teriam trazido ao futebol brasileiro a ginga e a malícia, além do improviso. Definitivamente, não é bem assim.</p>2024-07-30T06:29:27-07:00Copyright (c) 2024 Agnaldo kupperhttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1449Análise das situações de jogo ofensivas que terminaram em gol durante a final do IV Campeonato Mundial de Futebol de Salão Feminino (AMF) - Colômbia 20222024-08-26T18:14:37-07:00Huber Yovanny Cuaspa Burgoshycuaspa@iucesmag.edu.co<p><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">O objetivo deste estudo foi analisar as situações de jogo ofensivo que terminaram em gol durante a final do IV Campeonato Mundial Feminino de Futebol de Salão (AMF) realizado na Colômbia em 2022. Foi utilizada uma metodologia observacional, com monitoramento pontual, inter intrasessão, nomotética e multidimensional, onde foi realizado o monitoramento tático da partida quadro a quadro das situações de jogo ofensivo geradas de acordo com o comportamento de jogo único da Seleção Colombiana contra a Seleção Canadense.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">As situações ofensivas foram categorizadas em seu nível conceitual de contra-ataque, ataque rápido, ataque posicional, tiro livre, pênalti e pênalti que terminou em gol.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">A captura dos registros e a análise das informações foram realizadas utilizando o recurso tecnológico gratuito, o software de observação Lince Plus, que oferece uma automação bastante precisa de dados observacionais em estudos esportivos;</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">A categorização estabelecida correspondeu à distribuição zonal da superfície de jogo.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Foram registradas 109 ações ofensivas da seleção colombiana, destacando-se durante o primeiro e segundo tempo o ataque posicional como o fenômeno tático funcional coletivo mais representativo com 40 (80%) e 51 com (86,4%) respectivamente.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">A zona de jogo 2 gerou a maior frequência de tráfego em ações ofensivas com 13 (26,0%) das 50 registradas no primeiro tempo.</span></span> <span class="jCAhz"><span class="ryNqvb">No entanto, 18,2% da zona 1 do campo de jogo foi o espaço mais viável para encontrar a marcação de 2 gols pela seleção colombiana.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Durante o segundo tempo, as zonas 1 e 5 apresentaram o maior registro total, 14 (23,7%) das 59 ações ofensivas, aqui predominaram 10 gols, dos quais 4 (40%) foram causados igualmente na zona 1 e 2. Consequentemente, houve 12 pontuações no total, 8 por meio de ações ofensivas por ataque posicional e 4 por meio de ações ofensivas por ataque rápido.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">O ataque posicional afirma-se como a situação de jogo ofensivo mais relevante na dinâmica competitiva e que requer a estrutura do pensamento tático para o sucesso desportivo.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Sugerem-se novos estudos investigativos que contribuam para o Futebol de Salão Feminino (FFS), sobre temáticas semelhantes ou outros componentes que a sua caracterização desportiva requeira.</span></span></p>2024-07-30T06:28:15-07:00Copyright (c) 2024 Huber Yovanny Cuaspa Burgoshttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1441Comparativo entre treinador ex-jogador versus treinador não ex-jogador em clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro nos biênios 2012/13, 2016,2017, 2020/2021 e 2022. 2024-08-26T18:03:28-07:00Guilherme Guerra Pereira Meirag235969@dac.unicamp.brGabriel Orenga Sandovalg216386@dac.unicamp.brRodrigo Baldi Gonçalvesrodrigoncalves_@outlook.comAlcides José Scaglia alcides.scaglia@fca.unicamp.br<p>O presente estudo teve como objetivo verificar e comparar o número de treinadores ex-jogadores com não ex-jogadores nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro entre os biênios 2012/2013, 2016/2017, 2020/2021 e 2022. Através da metodologia quantitativa realizou-se um levantamento de dados nos <em>sites </em>https://www.cbf.com.br/ e <a href="https://www.transfermarkt.com.br/">https://www.transfermarkt.com.br/</a> Sendo assim, mostram que o futebol brasileiro passa por uma transição no que tange os perfis de treinadores de futebol nas competições nacionais que englobam a primeira e segunda divisão, em 2022, aproximadamente, cerca de 64% dos treinadores eram ex-jogadores e 35% não eram ex-jogadores, na série A. Já na série B, cerca de 61% eram ex-jogadores e 38% não eram ex-jogadores. Ano que mais teve treinadores não ex-jogadores na série A foi 2021 (26), na série B 2022 (22), composta por 40 (quarenta) clubes – 20 (vinte) em cada campeonato – a cada ano. Notou-se que estão aumentando o número de treinadores que não foram atletas profissionais de futebol, uma vez que a quantidade deste perfil de treinadores aumentou consideravelmente nos últimos anos, totalizando 36,49% nos últimos 3 (três) anos nas duas competições. Assim, os dados indicam um crescimento no número de treinadores não ex-jogador no esporte mais popular do Brasil, através de capacitações e estudos realizados em ambientes formais de aprendizagem.</p>2024-07-30T06:27:30-07:00Copyright (c) 2024 Guilherme Guerra Pereira Meira, Gabriel Orenga Sandoval, Rodrigo Baldi Gonçalves, Alcides José Scaglia https://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1440Parâmetros de carga ótima de potência nos exercícios levantamento terra e agachamento em jovens atletas2024-08-26T16:37:15-07:00Gabriel Mendes Rodriguesgmr2000@hotmail.com.brArthur Santos Cabralarthurcabral0079@gmail.comGabriel Sousa Castrogabrielgsc071@gmail.comWesley Douglas Azevedo Limawesleyazevedo7896@gmail.comJosé Luiz Leão Inajosa Juniorjuniorinajosa18@gmail.com Higson Rodrigues Coelhohigson.coelho@uepa.brAndré Igor Fontelesandre.fonteles19@gmail.comRenêe de Caldas Honoratorenee.caldas@uepa.br<p>Introdução: Treinar baseado na carga ótima de potência (COP) requer analisar em qual zona de carga seu atleta atinge a melhor potência, analisando através de aparelhos específicos. Entretanto, para os treinadores que não dispõem desses aparelhos, é importante ter parâmetros que possam ajudar a prescrever o treinamento. Objetivo: descrever os parâmetros de velocidade média propulsiva (VMP), carga e potência relativa (POTrel) atingidas durante um teste de COP nos exercícios levantamento terra (LT) e agachamento (AG) e verificar relação com a altura do salto vertical. Materiais e Métodos: Foram analisados 24 atletas (futsal, basquete e vôlei), da categoria sub-19, submetidos ao teste de COP e salto vertical com contramovimento (SCCM). Para o teste de COP foi utilizado a porcentagem da massa corporal (%MC) como medida de progressão da carga. Resultados: A COP, na maior parte da amostra, foi encontrada entre 40 e 50% da massa corporal dos atletas, que atingiram VMP de 0,79 a 0,89 m.s<sup>-1</sup> no LT e 0,87 a 0,96 m.s<sup>-1 </sup>no AG. Houve uma correlação positiva moderada entre a POTrel no AG e altura do SCCM. Conclusão: Os jovens atletas com pouca ou nenhuma experiência em treinamento de potência, mostram tendência de COP entre 40 a 50% da %MC, o que pode ser útil a treinadores que desejam prescrever se baseando em uma zona de carga de treinamento relativa ao %MC, que é de fácil implementação na prática cotidiana.</p>2024-07-30T06:25:45-07:00Copyright (c) 2024 Gabriel Mendes Rodrigues, Arthur Santos Cabral, Gabriel Sousa Castro, Wesley Douglas Azevedo Lima, José Luiz Leão Inajosa Junior, Higson Rodrigues Coelho, André Igor Fonteles, Renêe de Caldas Honoratohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1437Futebol e identidade nacional: o exemplo da participação das Super Águias da Nigéria no Mundial FIFA 20182024-08-26T16:25:03-07:00Timothy Anyanwuanyanwu.timothy@funai.edu.ngKelechi Anikani4christ@gmail.com<p><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Em 14 de junho de 2018, a Copa do Mundo FIFA começou na Rússia.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Felizmente, a Nigéria se classificou para a competição e contou com jogadores de diferentes nacionalidades étnicas para jogar pela seleção nacional, as Super Águias.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">O torneio viveu um período de grande tensão causado pelas agitações separatistas, sob a liderança de Nnamdi Kanu, do Povo Indígena de Biafra (IPOB).</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">A agitação foi tal que muitos Igbo que viviam na parte norte do país (dominado pelo grupo étnico Hausa-Fulani) foram convidados a regressar à Igbolândia.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Da mesma forma, os nortistas da Igbolândia enfrentaram várias ameaças.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Mas assim que o Campeonato do Mundo começou, houve uma mudança em relação ao status quo-ante, à medida que os apêndices étnicos foram menosprezados.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Este artigo baseou-se no método da história oral, nas publicações nas redes sociais e na pesquisa etnográfica para argumentar que a aplicação do futebol é uma ferramenta potente para a coesão nacional.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">O estudo não negou que o referido espírito nacional tenha durado pouco;</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">em vez disso, sustentou que o mesmo poderia ser explorado em tentativas de construção nacional.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">O estudo recomendou, portanto, uma aplicação bem planeada do futebol nas questões nacionais.</span></span></p>2024-07-30T06:24:27-07:00Copyright (c) 2024 Timothy Anyanwu, Kelechi Anihttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1436O impacto da altitude na saturação de oxigênio em atletas profissionais de futebol2024-08-26T13:04:04-07:00Aline Aiolfialine0107@gmail.comMarina Becker Kleinmarinaklein@rede.ulbra.brLuiz Antonio Barcellos Crescentelabcrescente@uol.com.brDaniel Carlos Garlippdaniel.garlipp@ulbra.br<p>Introdução e Objetivo: A exposição aguda à altitude sem aclimatação prévia pode diminuir o desempenho físico e esportivo devido à diminuição da pressão parcial de oxigênio. O objetivo do presente estudo foi comparar a saturação de oxigênio (SpO<sub>2</sub>) ao nível do mar, e em duas diferentes altitudes, de atletas profissionais de futebol. Materiais e Métodos: Participaram do estudo 10 atletas de futebol de campo que atuaram em partidas nas cidades de Quito no Equador e La Paz na Bolívia. A SpO<sub>2</sub> foi medida através de um oxímetro de dedo digital Sanny NCS. Para a estatística descritiva foram utilizados os valores da média e desvio-padrão. Para a estatística inferencial, a fim de comparar a SpO<sub>2</sub> ao nível do mar e nas duas cidades em altitude, foi utilizado o teste <em>t</em> pareado. Todas as análises foram realizadas no programa estatístico SPSS for Windows 20.0, sendo que o nível de significância adotado foi 5%. Resultados e Discussão: Foi identifica diferença significativa (p=0,000) entre a SpO<sub>2</sub> medida ao nível do mar (97,8±0,78%) e na cidade de Quito (93,0±2,62%). Também foi identifica diferença significativa (p=0,000) entre a SpO<sub>2</sub> medida ao nível do mar (97,6±0,78%) e na cidade de La Paz (85,3±1,76%). Ainda, foi identifica diferença significativa (p=0,000) entre a SpO<sub>2</sub> medida na cidade de Quito (93,0±2,62%) e na cidade de La Paz (85,3±1,76%). Conclusões: Torna-se importante que os preparadores físicos e técnicos tenham consciência dessas alterações fisiológicas, a fim de tentar minimizar esses impactos tanto na saúde dos atletas, como nos resultados dos jogos.</p>2024-07-30T06:20:49-07:00Copyright (c) 2024 Aline Aiolfi, Marina Becker Klein, Luiz Antonio Barcellos Crescente, Daniel Carlos Garlipphttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1435Scout técnico no Futebol: análise dos indicadores posse de bola e número de chutes totais nos jogos da Copa do Mundo FIFA 20222024-08-26T12:46:47-07:00Jean Pedro Martins12201000422@muz.ifsuldeminas.edu.brDênis Bueno da Silvadenis.silva@muz.ifsuldeminas.edu.br<p>Com a evolução do futebol, diversos fatores começaram a ser analisados para melhor aproveitamento técnico-tático das equipes. O scout, por exemplo, ganhou grande importância por contribuir na tomada de decisões e ajustes durante os jogos. Diante disso, o objetivo do presente estudo foi comparar os indicadores porcentagem de Posse de Bola (PB) e Chutes totais (CH) nas 64 partidas da Copa do Mundo FIFA 2022, a fim de entender se quem mais chutou e quem mais teve posse de bola nos jogos da Copa do mundo FIFA 2022 obteve, mais resultados positivos, negativos ou empates. Geralmente as evoluções que ocorrem no futebol são percebidas durante grandes eventos internacionais, como a Copa do Mundo, desta forma, torna-se relevante analisar os dados da Copa do Mundo FIFA 2022, evento que reúne as maiores seleções do mundo, Analisando o resultado das partidas, foi observado que as equipes com maior número de CH tiveram resultados melhores, já as equipes com maior PB tiveram maior número de resultados desfavoráveis. Conclui-se que as equipes vitoriosas dominaram os indicadores referentes a chutes, e as equipes com maior posse tiveram resultados em suma, negativos não sabendo aproveitar dessa vantagem, tendo uma posse de bola reativa, podendo estes serem os fatores explicativos para o resultado das partidas.</p>2024-07-30T06:20:02-07:00Copyright (c) 2024 Jean Pedro Martins, Dênis Bueno da Silvahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1434Papel do treinamento específico de goleiros sobre o conhecimento tático de jovens goleiros de futebol2024-08-26T11:34:35-07:00José Gabriel Gomes dos Reisgabrielreis687@gmail.comLucas Shoitti Carvalho Uedalucas.shoiti@posgrad.ufsc.brGabriel Silveira Guedes da Maiagabrielsgmaia@gmail.comCristiano Zarbato Moraiscristianozm1997@gmail.comHariel Sousa de Moraes Sarmentohariel.sms@hotmail.comSergio Freitas Juniorfreitasjunior.sr@gmail.comLeandro Rechenchoskyrechenchosky@yahoo.com.brJuliano Fernandes da Silvajufesi23@yahoo.com.brPaulo Henrique Borgespaulo.henrique.borges@ufsc.br<p>Ao longo dos últimos anos, significativas modificações tático-técnicas na atuação dos goleiros foram observadas, o que reclama a adoção de treinamentos específicos para suportar tais demandas. A partir desta assunção, o objetivo deste estudo foi avaliar o conhecimento tático ofensivo de jovens goleiros com e sem treinamento específico. A amostra foi composta por 42 goleiros de 13 a 17 anos que participaram de campeonatos regionais. Houve a criação de dois grupos: grupo treinado (GT) e grupo não-treinado (GNT). Para a avaliação do conhecimento tático ofensivo, foi aplicado o protocolo TCTOF-BR, que possui as dimensões “conhecimento tático”, “princípios táticos operacionais”, “elementos táticos-técnicos coletivos”, “conhecimento de regras” e “tomada de decisão” (p>0,05). Os goleiros treinados apresentaram uma melhor pontuação no conhecimento tático (ES=1,18; p=0,01), princípios táticos operacionais (ES=1,00; p=0,02), elementos táticos-técnicos coletivos (ES=1,27; p=0,01), conhecimento de regras (ES=1,06; p=0,01) e tomada de decisão (ES=1,08; p<0,01). Conclui-se que os treinamentos específicos de goleiros contribuíram para o desenvolvimento de competências e a elevação de conhecimentos ligados ao futebol.</p>2024-07-30T06:19:21-07:00Copyright (c) 2024 José Gabriel Gomes dos Reis, Lucas Shoitti Carvalho Ueda, Gabriel Silveira Guedes da Maia, Cristiano Zarbato Morais, Hariel Sousa de Moraes Sarmento, Sergio Freitas Junior, Leandro Rechenchosky, Juliano Fernandes da Silva, Paulo Henrique Borgeshttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1433O impacto do yoga na flexibilidade, equilíbrio, força, velocidade e agilidade dos futebolistas profissionais: uma revisão sistemática de literatura2024-08-26T11:23:31-07:00António Alves Pereiraantoniopereira108@gmail.comLuis Fernandes Monteirop625@ulusofona.ptRaquel Barreto Madeiraraquel.madeira@ulusofona.pt<div class="lRu31" dir="ltr"><span class="HwtZe" lang="pt"><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Esta revisão sistemática teve como objetivo analisar o impacto do Yoga na flexibilidade, equilíbrio, força, velocidade e agilidade de jogadores de futebol profissionais.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Efetuou-se pesquisa nas bases, B-On (Academic Search Complete; SportDiscus; APA PsycInfo), International Journal of Yoga, International Journal Yogic, Human Movement and Sport Science, GoogleScholar, PuBMed, Journal of Strenght and Conditioning Research, Researchgate, de</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Janeiro de 2011 a dezembro de 2022, selecionando 15 artigos com elegibilidade.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Destes, 3 Yoga e flexibilidade, 1 capacidade de equilíbrio, agilidade e competência de reação, 1 força abdominal, 1 diferença entre exercícios de resistência e Yoga, 2 flexibilidade e força, 1 flexibilidade e equilíbrio, 1 força, 1 flexibilidade, equilíbrio e força</span></span> <span class="jCAhz"><span class="ryNqvb">.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Melhora no equilíbrio e agilidade dos jogadores de futebol 1 artigo, 1 Flexibilidade e Agilidade, 1 na velocidade e agilidade e 1 no melhor desempenho dos atletas que praticaram Yoga.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Os estudos que incluíram Yoga no treinamento dos atletas verificaram melhoras na flexibilidade, equilíbrio, força, velocidade e agilidade.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Esta revisão pode ser um ponto de partida para ajudar a demonstrar o potencial do Yoga como parte do treinamento de jogadores profissionais de futebol, na melhoria de suas ações técnicas e como referência na melhoria das variáveis do estudo.</span></span></span></div>2024-07-30T06:18:26-07:00Copyright (c) 2024 António Alves Pereira, Luis Fernandes Monteiro, Raquel Barreto Madeirahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1432"Joga à bola no meu pé”: percepções de atletas universitárias sobre as questões de gênero no futsal feminino2024-08-26T11:12:07-07:00Wendy Mirna Alves Pimentelmirna.pimentelll@gmail.comMayrhon José Abrantes Fariasmayrhon@mail.uft.edu.brAdriano Lopes de Souzaadriano.lopes@mail.uft.edu.br<p>Algumas transformações do futsal feminino foram ocorrendo ao longo dos anos, incluindo a problemática do preconceito de gênero na prática da modalidade. O objetivo do estudo foi analisar a percepção de atletas universitárias sobre as questões de gênero no futsal feminino. Para tanto, foi realizada uma Pesquisa de Campo, de natureza exploratória e com abordagem qualitativa. O lócus é representado pela Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), campus de Tocantinópolis-TO. Participaram da pesquisa um total de cinco atletas universitárias do curso de Licenciatura em Educação Física. Os resultados abordaram um conjunto de motivações e incentivos (familiares e institucionais), bem como um espectro de preconceitos que as universitárias tiveram (e têm) que enfrentar para continuarem praticando um esporte historicamente masculinizado. Conclui-se que a mulher deve continuar lutando pela ocupação desses e de outros espaços, tal como ocorre com as referidas atletas universitárias, uma vez que lugar de mulher é onde ela quiser.</p>2024-07-30T06:17:32-07:00Copyright (c) 2024 Wendy Mirna Alves Pimentel, Mayrhon José Abrantes Farias, Adriano Lopes de Souzahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1428O contexto da análise do jogo em equipes de Futsal profissional no Brasil2024-08-26T11:06:02-07:00Fabrício Dadalt Oliveirafadadalt07@gmail.comJoão Antônio Volpini de Barrosjoao.a.volpini@gmail.comJoão Gabriel Dal Picolojgdalpicolo@gmail.comMárcio Moratompmorato@usp.br<p>Entendendo que o contexto em que a análise do jogo é realizada ainda se mantem pouco explorado, nosso objetivo foi investigar quais informações extraídas da análise do jogo são relevantes para tomada de decisão de treinadores e analistas no futsal. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas (análise de conteúdo) com seis treinadores e/ou responsáveis pela análise do jogo. Quatro temas emergiram: formação, estrutura de trabalho, relações de trabalho e análise de jogo. A formação inicial garante o conhecimento necessário para a função, que se apresentou como uma atividade dependente das relações humanas, sendo o treinador responsável pelas principais escolhas do que e como será feito; e o analista responsável por realizar.</p>2024-07-30T06:11:45-07:00Copyright (c) 2024 Fabrício Dadalt Oliveira, João Antônio Volpini de Barros, João Gabriel Dal Picolo, Márcio Morato Moratohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1425Precisão na finalização de bola parada no futsal: uma comparação entre alunos de categorias de base versus escolares2024-08-26T09:09:23-07:00Júlia Pastre Teles 178684@upf.brBen Hur Soaresbenhur@upf.brAdriano Pasqualottipasqualotti@upf.brSérgio Adriano Gomessergio.gomes@ceub.edu.br<p>O Futsal é uma modalidade esportiva muito praticada no mundo todo, em diferentes esferas, idades e naipes, sendo praticado em escolas, escolinhas, categorias de base e em equipes de rendimento. O objetivo deste estudo foi verificar a precisão na finalização de bola parada no futsal, e a dominância lateral, fazendo uma comparação entre alunos de categorias de base Vs. escolares, com crianças inclusas na categoria sub-09 e sub-11. Foram analisadas 86 crianças, divididas em duas categorias, participantes das aulas de educação física e alunos que praticam futsal em escolinhas da modalidade. Cada participante efetuou quatro chutes com o membro dominante, e quatro chutes com o membro não dominante na marcação do tiro de 10m do futsal, com intervalo de 30 segundos para cada chute. A precisão do chute, foi verificada através da porcentagem do local por onde a bola tocou após o chute com o membro inferior dominante e não-dominante, depois de cada chute, sendo anotado o local de acerto da bola, em uma tabela scout individualizada. Em todas as categorias, o membro dominante obteve mais precisão na finalização do que o membro não dominante, independente de escola ou escolinha, por outro lado, a precisão maior foi dos alunos da escolinha em detrimento aos alunos que apenas praticam a atividade em ambiente escolar, deixando claro que o maior número de estímulos eleva a precisão e o desenvolvimento do praticante.</p>2024-07-30T06:10:52-07:00Copyright (c) 2024 Júlia Pastre Teles , Ben Hur Soares, Adriano Pasqualotti, Sérgio Adriano Gomeshttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1423Aspectos motivacionais na prática do futebol society Feminino adulto de Divinópolis-MG2024-08-26T08:59:13-07:00Katriny Vianakatrinyviana2015@gmail.comKaren Cristine Rodrigues Alveskcralves@gmail.comCacilda Mendes dos Santos Amaralcacildam@unicamp.br<p>O Futebol Society, modalidade derivada do futebol, foi estabelecido no Brasil no ano de 1985, e foi crescendo de forma acelerada, passando a ganhar força após o fechamento dos campos de várzea. No início do século XX, iniciou-se a participação do público feminino, mesmo sendo minoria. Após o aumento relacionado à prática esportiva feminina, passaram a surgir questionamentos e a necessidade de compreender quais são os fatores motivacionais que conduziam a escolha do público feminino por determinada modalidade esportiva. Portanto, essa pesquisa teve como objetivo identificar quais os aspectos motivacionais que levam o público de mulheres à prática e consumo do Futebol Society na cidade de Divinópolis-MG. Este estudo caracteriza-se por uma pesquisa quantitativa, exploratória e descritiva. A amostra foi constituída por método de conveniência, num total de 36 participantes do sexo feminino, nível amador, categoria adulta, com média de idade de 27 anos e moradoras da cidade de Divinópolis-MG. Foi aplicado questionário adaptado do Inventário de Motivação para a Prática Desportiva, criado por Gaya e Cardoso (1998). Verificou-se que os aspectos motivacionais que se enquadram na dimensão “Amizade/Lazer” são os aspectos de maior importância para as praticantes, seguidos pelos aspectos motivacionais da dimensão de “Saúde” com destaque: Para exercitar-se e Para manter a saúde. Espera-se com este trabalho, apresentar subsídios para discutirmos a importância do acesso e consumo de mulheres às práticas esportivas nos mais diversos territórios e regiões.</p>2024-07-30T06:10:07-07:00Copyright (c) 2024 Katriny Viana, Karen Cristine Rodrigues Alves, Cacilda Mendes dos Santos Amaralhttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1422Desempenho de equipes campeãs do campeonato brasileiro de futebol masculino série A: uma análise multidimensional das variáveis de desempenho2024-08-26T08:41:50-07:00Jonatas Ferreira da Silva Santosjonatas_contato@hotmail.com<p>O desempenho das equipes campeãs é um tema de grande interesse para técnicos, treinadores e pesquisadores no campo do futebol. Este estudo analisou o desempenho dessas equipes ao longo das temporadas, considerando variáveis como aproveitamento, gols marcados, gols sofridos, índice gols marcados: gols sofridos, gols marcados e sofridos como mandante e visitante, vitórias, empates e derrotas em casa e fora de casa. Foi realizada uma análise quantitativa dos dados de desempenho das equipes campeãs do Campeonato Brasileiro, utilizando uma amostra abrangente de diferentes temporadas. Foram calculados indicadores de desempenho e realizada uma comparação entre as equipes ao longo do tempo. Os principais resultados revelaram que as equipes campeãs apresentaram um aproveitamento consistente acima de 60%, demonstrando equilíbrio entre o desempenho ofensivo e defensivo. Observou-se também que o desempenho como mandante teve um papel significativo nas conquistas, destacando a importância de maximizar o desempenho em jogos disputados em casa. Além disso, as equipes campeãs mostraram habilidade em obter vitórias como visitante, evidenciando a necessidade de adaptação a diferentes ambientes e adversidades. Com base nos resultados, conclui-se que a consistência, o equilíbrio entre defesa e ataque, o bom desempenho como mandante e a capacidade de obter resultados como visitante são fatores-chave para o sucesso das equipes campeãs do Campeonato Brasileiro. Essas conclusões têm implicações práticas importantes para técnicos e treinadores, que devem buscar estratégias específicas para fortalecer o desempenho em casa, desenvolver a mentalidade competitiva fora de casa, equilibrar a defesa e o ataque, e realizar uma gestão eficiente do elenco.</p>2024-07-30T06:09:22-07:00Copyright (c) 2024 Jonatas Ferreira da Silva Santoshttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1420Respostas de concentrações sanguíneas da proteína C reativa em atletas universitários de futsal após uma sessão aguda de treinamento: um estudo piloto2024-08-26T08:33:44-07:00Henrique Stelzer Nogueirastelzer.h@hotmail.comCesar Cavinato Cal Abadcesar.cavinato@gmail.comTaiguara Bertelli Costataiguarabertelli@gmail.comJoão Guilherme Cren Chiminazzochiminazzo@hotmail.comWaldecir Paula Limawaldecir.lima@hotmail.com<p>O futsal é uma modalidade intermitente de alta intensidade, o que gera perturbações biológicas importantes, incluindo possíveis alterações na secreção de mediadores inflamatórios, dentre esses, a proteína C reativa ([PCR]). O objetivo desse estudo foi avaliar as respostas das [PCR] em atletas universitários de futsal que participaram de uma sessão aguda de treinamento, além de verificar uma possível correlação entre as [PCR] e a percepção subjetiva de esforço (PSE) informada pelos atletas nessa sessão. As coletas sanguíneas ocorreram imediatamente pré-treinamento, imediatamente pós-treinamento e 48 horas pós-treinamento. Os resultados evidenciaram ausência de alteração significativa das [PCR] entre os diversos momentos de coleta, bem como ausência de correlação entre as [PCR] e a PSE dos atletas. A literatura mostra que as respostas inflamatórias de uma sessão de treinamento, de teste físico, ou mesmo de partidas competitivas, variam em decorrência do tipo e cargas de treinamento, do período competitivo e do nível de condicionamento dos praticantes. Conclui-se que uma única sessão de treinamento de Futsal, com exercícios para melhoria da força, da velocidade e dos aspectos técnicos e táticos, não configura estímulo suficiente para alterar, durante 48 horas após o término desta sessão, as [PCR] em atletas universitários no início da fase competitiva de treinamento.</p>2024-07-30T06:08:33-07:00Copyright (c) 2024 Henrique Stelzer Nogueira, Cesar Cavinato Cal Abad, Taiguara Bertelli Costa, João Guilherme Cren Chiminazzo, Waldecir Paula Limahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1418Comportamento tático defensivo da seleção brasileira durante a copa do mundo FIFA - Qatar 20222024-08-26T08:15:44-07:00Helder Rangel Scarduahscardua6@gmail.comCaique Piedade Condecaiquepiedade@hotmail.comGuilherme Rebelo Silva Ribeirog.rebelo051092@gmai.comCristiane Rebelo Silva Ribeirocristiane.kawaguti@uvv.brMurilo Rebelo Silva Ribeiroprof.murilonazario@gmail.com<p>O futebol teve seu surgimento na Europa, mais especificamente na Inglaterra. Por ser um esporte difundido e muito disputado no mundo inteiro, ocorreu a necessidade de aperfeiçoamento do desempenho dos participantes, buscando melhorias para que os atletas tivessem mais condições físicas, psicológicas e técnicas. No que diz respeito ao futebol atual, são muito observados os números que as equipes produzem no decorrer de uma partida, sendo possível determinar o desempenho delas no campeonato. Através dessa evolução do esporte e do avanço das tecnologias, foi percebida a carência de produzir ferramentas que atendessem às necessidades de compreensão dos atletas nos quesitos de avaliação tática. Atualmente, existem diferentes instrumentos de análise que podem ser utilizados para essa finalidade nos jogos. O presente estudo analisa as ações defensivas, mais especificamente os elementos de cobertura, marcação e base, da Seleção Brasileira de Futebol durante os cinco jogos disputados na Copa do Mundo FIFA - CATAR 2022. Os resultados obtidos por meio do Game Performance Assessment Instrument (GPAI), instrumento de análise que cita elementos de jogo que devem ser verificados nos sistemas defensivo e ofensivo, revelam um maior destaque para o item marcação, com um total de 739 marcações durante a competição. Os dados deste trabalho, portanto, contribuem para o entendimento das ações da Seleção Brasileira no desenrolar das partidas, podendo ser de grande valia para os estudiosos compreenderem a relevância do uso das táticas em uma partida de futebol.</p>2024-07-30T06:07:46-07:00Copyright (c) 2024 Helder Rangel Scardua, Caique Piedade Conde, Guilherme Rebelo Silva Ribeiro, Cristiane Rebelo Silva Ribeiro, Murilo Rebelo Silva Ribeirohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1413Caminhos que se cruzam: as narrativas de mulheres atletas sobre o futebol amador e profissional no Brasil2024-08-22T17:16:08-07:00Nathalia Lutt Lourençon.lutt@live.comMaria Thereza Oliveira Souzamariathereza_souza93@yahoo.com.brAndré Mendes Capraroandrecapraro@gmail.com<p>O amadorismo e o profissionalismo no esporte estão relacionados às intenções da prática, sendo o primeiro voltado à perspectiva do lazer e o segundo, à perspectiva do trabalho. Contudo, é importante ressaltar que a diferença entre esses conceitos é tênue, e eles não podem ser considerados divisões rígidas. Na tentativa de compreender essa conjuntura em uma modalidade específica, o presente estudo buscou analisar de que forma o cenário do futebol feminino brasileiro é retratado por mulheres que atualmente praticam a modalidade de forma amadora, mas que no passado já atuaram em âmbito profissional. Para responder tal questionamento, foram cruzadas informações presentes nas leis que regulamentam o esporte no país e as falas de atletas obtidas por meio de entrevistas, pautadas na metodologia de História Oral. Percebeu-se que o profissionalismo e o amadorismo no futebol feminino brasileiro se encontram mesclados e que, raramente, o que é construído na teoria se efetiva na prática. Isso pode ser evidenciado pelo fato de que atletas tidas como profissionais são frequentemente impossibilitadas de se dedicarem exclusivamente à modalidade, devido à baixa remuneração; e atletas com interesses amadores frequentemente são convidadas para participar de competições profissionais.</p>2024-07-30T06:06:59-07:00Copyright (c) 2024 Nathalia Lutt Lourenço, Maria Thereza Oliveira Souza, André Mendes Caprarohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1233Capacidades neuromotoras de praticantes de futebol de campo2024-08-22T17:04:25-07:00Erley da Silvaerley.silva16@gmail.comAndré Louis Carvalho dos Santosandrelouiscs@gmail.comJúlio Cesar Gomes da Silvajuliociesar123@gmail.comGabriel Rodrigues Netogabrielrodrigues_1988@hotmail.com<p>Introdução: o futebol moderno é um esporte de origem britânica, no Brasil tornou-se uma paixão vivenciada pelas diversas culturas, com fins de lazer, entretenimento ou rendimento esportivo. Objetivo: analisar capacidades neuromotoras entre jogadores profissionais (JP) e jogadores não profissionais (JNP) praticantes de futebol de campo. Materiais e métodos: a amostra foi composta por 20 jogadores do gênero masculino, distribuídas em 10 JP e 10 JNP. Os voluntários deveriam ter experiência na prática do futebol há pelo menos três anos, frequência mínima de duas vezes semanais e idade entre 18 e 25 anos. Os testes utilizados para avaliar os jogadores foram respectivamente: teste de sentar e alcançar para a flexibilidade; Illinois Agility Test para a agilidade; corrida de 20 m para velocidade; salto horizontal para força explosiva e Running Anaerobic Sprint Test (Rast Test) para potência anaeróbica. Resultados: nas características dos jogadores, houve diferença significativa apenas em relação a frequência semanal, sendo maior para os JP (p<0,001). Nas capacidades neuromotoras os JP apresentaram melhor desempenho na agilidade (p<0,001), velocidade (p=0,047), potência média absoluta (p=0,011) e potência média relativa (p=0,022). Discussão: acredita-se que o desempenho dos JP foi superior devido a maior frequência semanal de treinos. Conclusão: JP apresentaram melhores desempenhos na agilidade, velocidade e potência anaeróbica comparado aos JNP.</p>2024-07-30T06:06:12-07:00Copyright (c) 2024 Erley da Silva, André Louis Carvalho dos Santos, Júlio Cesar Gomes da Silva, Gabriel Rodrigues Netohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1102Impactos da torcida única nos clássicos paulistas: olhares para os campeonatos Paulista (2013-2020) e Brasileiro (2012-2019)2024-08-22T16:55:30-07:00João Paulo Ganhorjoao.ganhor@ifpr.edu.brAndré Luiz de Souza Celarinoandre.celarino@ifpr.edu.br<p>A proibição da presença das torcidas visitantes nos clássicos paulistas foi estabelecida em abril de 2016, com o intuito de reduzir os índices de violência entre torcidas. Além de toda controvérsia que ronda a medida, muito tem se questionado acerca das influências que ela pode acarretar para o equilíbrio das partidas, dado que apenas os mandantes possuem seus adeptos presentes. O presente trabalho tem como objetivo analisar se tais influências realmente têm se efetivado nos jogos disputados, buscando responder ao seguinte questionamento: a imposição da torcida única nos clássicos paulistas tem gerado impactos significativos nas Vantagens de Casa (VC) das equipes? Para isso, foram consideradas todas as partidas disputadas pelos quatro clubes (Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo) na fase de grupos dos Campeonatos Paulistas (2013-2020) e nos dois turnos dos Campeonatos Brasileiros (2012-2019), propondo o recorte para análise comparativa entre pré e pós torcida única, totalizando 138 clássicos nos dois campeonatos, 66 antes da medida e 72 após. A abordagem da VC foi fundamentada na proposta de Pollard (1986) e como ferramental estatístico foi utilizada Análise de Variância com fator único. As variações de VC se mostraram mais relevantes no Campeonato Brasileiro, com pouca expressividade no Paulista. Para os clássicos em geral (em ambos os campeonatos) as VC encontradas foram 63,2 ± 8,3% no período pré e 75,9 ± 3,2% para o pós torcida única. Apesar do aumento significativo nos percentuais, percebe-se que os efeitos diretos da proibição não se mostram preponderantes, mas sublimados por demais efeitos desportivos.</p>2024-07-30T06:03:46-07:00Copyright (c) 2024 João Paulo Ganhor, André Luiz de Souza Celarinohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1013A origem dos gols em jogos de futsal masculino durante os jogos abertos de Santa Catarina 20192024-08-22T07:40:43-07:00Emerson Antonio Brancheremerson.brancher@gmail.comGustavo Eduardo Leitegustavoeduardo.leite89@gmail.comNubia Nara Slompnubia.slomp@gmail.com<p>A origem dos gols em jogos de futsal tem sido frequentemente estudada, assim diversas variáveis são analisadas todas com a finalidade de fornecer dados fidedignos para treinamento das ações técnico/táticas de uma equipe para um determinado campeonato e cada categoria disputada. Este estudo teve como objetivo analisar a origem dos gols em jogos de futsal masculino ocorridos durante a realização dos 59º Jogos Abertos de Santa Catarina no ano de 2019. No total foram jogadas e analisadas 32 partidas divididas em fase de grupos e finais. O instrumento de coleta de dados foi um Scout adaptado de Brancher (2019) com a finalidade de identificar a jogada de origem do gol (ataque posicional, transição ofensiva ou bola parada), bem como o número de escanteios, faltas, reposições de bolas realizadas pelo goleiro e laterais ocorridos durante o jogo e com seus respectivos locais da quadra. Nos resultados observa-se que na fase de grupos as ações de ataque posicional obtiveram a maior incidência na origem dos gols (48,33%), seguidos por transição ofensiva (37,50%) e bola parada (14,17%), já nas fases finais as ações de transição ofensiva obtiveram (40,82%), seguido de ataque posicional (36,73%) e bola parada (22,45%). Na competição toda obtivemos 1258 laterais, 304 escanteios, 91 faltas e 656 reposições de bolas realizadas pelo goleiro. Pressupõem-se que as diferenças encontradas nas fases da competição é devido a qualidade técnico/tática entre as equipes, tendo em vista que existem algumas que disputam a liga nacional e outras com jogadores amadores. </p>2024-07-30T06:02:54-07:00Copyright (c) 2024 Emerson Antonio Brancher, Gustavo Eduardo Leite, Nubia Nara Slomphttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1010Protocolo pré-participação: efeitos na flexibilidade, no controle neuromuscular e na mobilidade articular em atletas do futsal feminino2024-08-22T07:33:14-07:00Thais Elisabeth Balzanthais.balzan@gmail.comMariane de Sá Brito Moralesmarianedsbm@gmail.comFelipe Gustavo Griepp Bonowfelipe.bonow@hotmail.comCamila Fernandes Ferrocamifernandesf@gamil.comEraldo dos Santos Pinheiroesppoa@gmail.comGustavo Dias Ferreiragusdiasferreira@gmail.com<p>Introdução e objetivo: Futsal feminino vem crescendo no cenário mundial, sendo necessário o processo de trabalho multidisciplinar frente as novas demandas. Este trabalho objetivou elaborar e aplicar um protocolo de pré-participação, com o objetivo de analisar sua eficácia na flexibilidade, controle neuromuscular e mobilidade de tornozelo em atletas de futsal do sexo feminino. Materiais e métodos: foi um estudo quantitativo de intervenção de pré e pós teste com 8 atletas de 15 a 19 anos de uma equipe de Futsal Feminino. O protocolo foi aplicado durante três meses, 2 vezes por semana, totalizando 25 sessões, com duração média de 15 minutos, antes do início de cada treino e consistiu em exercícios de estabilidade central, mobilidade da articulação do tornozelo e quadril, e controle neuromuscular. Os testes analisados foram de flexibilidade, com utilização do banco de Wells, de mobilidade de tornozelo em cadeia fechada e de controle neuromuscular e estabilidade, com o Y Balance Test. Resultados: Após a aplicação do protocolo, observamos melhoras estatisticamente significativas no escore composto do Y em membros dominantes (de 80 ± 4,3cm para 85 ± 6,6cm) e não-dominantes (78 ± 5,5cm para 84 ± 5,2cm), na mobilidade do tornozelo dominante (de 39,1 ± 4,88graus para 43 ± 4,2graus) e não-dominante (de 39,4 ± 3,3graus para 42,63 ± 3,5graus) e na flexibilidade (de 28 ± 5,7cm para 31,7 ± 5,3cm). Conclusão: O protocolo desenvolvido foi efetivo, alcançando o objetivo de melhorar a flexibilidade, controle neuromuscular e mobilidade de tornozelo de atletas de futsal do sexo feminino.</p>2024-07-30T05:58:39-07:00Copyright (c) 2024 Thais Elisabeth Balzan, Mariane de Sá Brito Morales, Felipe Gustavo Griepp Bonow, Camila Fernandes Ferro, Eraldo dos Santos Pinheiro, Gustavo Dias Ferreirahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1377Contribuições da velocidade da bola no desempenho no futebol feminino: uma revisão narrativa2024-07-04T11:43:15-07:00João Eduardo Pereira da Silva Juniorjoaoeduardojunior@hotmail.com<p>Introdução: o futebol evoluiu no decorrer dos anos e consequentemente elevou o nível das equipes. Com isso, a execução técnica do chute tornou-se um fator importante, pois seu desempenho é determinante para marcar gols e vencer a partida. Entre as variáveis investigadas relacionadas ao chute, a velocidade da bola possui uma relação muito próxima com o desempenho dos atletas, devido a maiores velocidades da bola diminuírem as chances de defesa do goleiro. Assim, analisar a velocidade da bola pode promover aplicações práticas para o monitoramento do treinamento e do desempenho esportivo. Objetivo: analisar as contribuições da velocidade da bola em atletas de futebol feminino, para que possam auxiliar no dia a dia de treinadores. Materiais e Métodos: foi realizada uma revisão narrativa da literatura. Resultados e Discussão: são relatados na literatura valores de velocidade da bola entre 18 e 35 m/s, dependentes de inúmeros fatores. Foi encontrado que idade, estilo do chute e peso e tamanho da bola influenciam a sua velocidade. Além do treinamento pliométrico e dos efeitos negativos da fadiga. Dessa forma, os resultados podem ajudar na avaliação e monitoramento do desempenho de uma jogadora. Conclusão: a velocidade da bola é um fator importante para o sucesso de um chute no futebol. Chutes com maiores velocidades e precisos aumentam a probabilidade de se converterem em gol.</p>2024-04-24T08:49:42-07:00Copyright (c) 2024 João Eduardo Pereira da Silva Juniorhttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1411Vantagem de jogar em casa: uma análise do campeonato brasileiro de futebol masculino e feminino de 2021 2024-07-04T11:41:00-07:00Carlos Marques de Magalhães Juniormaga.junior@hotmail.comLuciano Bernardes Leitebernardes1322@gmail.comWilliam Martins Januáriowilliam.januario@ufv.brSebastião Felipe Ferreira Costasebastiao.costa@ufv.brDavi Correia da Silvadavizirt@hotmail.comDaniela Gomes Rosadodaniela.rosada@unifagoc.edu.brVictor Neiva Lavoratovictor.lavorato@unifagoc.edu.br<p>Esse estudo teve como objetivo comparar a vantagem de jogar em casa das equipes do Campeonato Brasileiro de Futebol Masculino e Feminino de 2021. Foram analisadas 380 partidas do Campeonato Brasileiro de Futebol Masculino da Série A no ano de 2021 e 120 do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino da Série A1, no mesmo ano. Os dados foram coletados por meio de análise documental no site oficial da Confederação Brasileira de Futebol. Observou-se, ao comparar a vantagem de jogar entre os oito primeiros times de cada competição, entre os quatro rebaixados e entre todas as equipes, não foram observadas diferenças. Conclui-se que não houve diferenças no desempenho das equipes masculinas e femininas que participaram dos Campeonatos Brasileiros de Futebol da Série A em 2021.</p>2024-04-24T08:48:56-07:00Copyright (c) 2024 Carlos Marques de Magalhães Junior, Luciano Bernardes Leite, William Martins Januário, Sebastião Felipe Ferreira Costa, Davi Correia da Silva, Daniela Gomes Rosado, Victor Neiva Lavoratohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1409Estudo de caso sobre os saberes profissionais do preparador de goleiro de futebol 2024-07-04T11:38:28-07:00Caio Cesar Portugalcaio.portugal@uvv.brMurilo Eduardo Santos Nazáriomurilo.nazario@uvv.brRulliti Simões Tavaresrulliti-st@hotmail.com<p>O futebol como objeto de estudos no campo acadêmico-científico, tem sido abordado por diferentes caminhos epistemológicos, desde sua correlação com a identidade cultural no Brasil passando pelas questões do treinamento técnico-tático da preparação física e das considerações de sua representação no amalgama econômico. Porém são discretos estudos que discutem o profissional responsável pelo treinamento dos goleiros. Diante desse contexto questiona-se como a produção cientifica tem abordado a temática do treinador de goleiros? Quem são os profissionais que têm atuado com o treinamento de goleiros? Como têm sido as trajetórias de sua formação? E ainda, qual é o perfil profissional e os saberes mobilizados na organização e sistematização do treinamento para o goleiro de futebol atual. Com isso, espera-se identificar os saberes necessários para a formação de um preparador de goleiros visando as novas tendências de treinos e da utilização do goleiro no contexto do futebol. Para tanto, organizou-se uma pesquisa dividida em duas fases, na primeira buscou-se na literatura cientifica estudos que se dedicaram a discutir sobre o treinador de goleiros. Na segunda, entrevistou-se um treinador de goleiros, a fim de compreender as nuances específicas do seu cotidiano profissional. Os resultados sinalizam que ainda são incipientes os estudos que se direcionem a investigar as diferentes estruturas que compõe a atuação profissional desse sujeito no contexto do futebol. Elementos que ficam evidentes quando se entrevista o profissional dessa área, as limitações, dificuldades e as especificidades que envolvem sua atuação no cotidiano do futebol.</p>2024-04-24T08:48:20-07:00Copyright (c) 2024 Caio Cesar Portugal, Murilo Eduardo Santos Nazário, Rulliti Simões Tavareshttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1407Doze semanas de treinamento intervalado de alta intensidade melhora a aptidão física em jogadores de futsal2024-07-04T11:35:49-07:00Márcio Tavares Magalhãesmarciotavaresmagalhaes@gmail.comGyllyandeson de Araújo Delmondesgyllyandeson.delmondes@univasf.edu.brSergio Augusto Rosa de Souzasergio.souza@ufma.brCarlos Eduardo Neves Amorimamorim.carlos@ufma.brMarlon Lemos de Araújomrln21@hotmail.comFrancisco Navarrofrancisco.navarro@ufma.brAntonio Coppi Navarroac-navarro@uol.com.br<p>Introdução: O futsal é uma modalidade de forte marcação, passes rápidos, frequentes situações de superioridade/ inferioridade e igualdade numérica e incessante movimentação com e sem a posse de bola. Objetivo: o objetivo do estudo foi verificar e analisar os efeitos de doze semanas de treinamento intervalado de alta intensidade na aptidão física em jogadores de futsal. Materiais e Métodos: A amostra foi de 61 jogadores de futsal do sexo masculino, com idade entre 15 e 35 anos, divididos sub-20 e adultos com grupo controle (n=16) e intervenção (n=45). Foram incluídos na pesquisa os indivíduos jogadores de futsal a no mínimo 6 meses, e frequentando os treinos da equipe e que tinham idade entre 15 e 35 anos. Os indivíduos realizaram o treinamento intervalado de alta intensidade, protocolo HIIT Tabata (20:10) durante 4 minutos com frequência de três vezes semanal durante 12 semanas. Resultados e discussão: A capacidade de salto vertical melhorou significativamente nas duas categorias do grupo intervenção, sub-20 (p<0,001) adultos (p<0,001). A força dos membros superiores melhorou significativamente na categoria sub-20 (p=0,00) mas não se mostrou efetiva na categoria adulta (p=0,20) no grupo intervenção. A força abdominal teve aumento na média do número de repetições alcançadas no pós-intervenção em relação aos dados pré intervenção nas duas categorias, sub-20 (p<0,001) e adultos (p=0,01) do grupo intervenção. Conclusão: Os resultados indicam que doze semanas de treinamento intervalado de alta intensidade, protocolo HIIT Tabata, melhorou a aptidão física em jogadores de futsal.</p>2024-04-24T08:42:28-07:00Copyright (c) 2024 Márcio Tavares Magalhães, Gyllyandeson de Araújo Delmondes, Sergio Augusto Rosa de Souza, Carlos Eduardo Neves Amorim, Marlon Lemos de Araújo, Francisco Navarro, Antonio Coppi Navarrohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1400Lesões na região do joelho em jogadores de futebol2024-07-04T11:33:34-07:00Wellington Danilo Soareswdansoa@yahoo.com.brIasmym Souza Bastosiasmymsbastos@gmail.comKaren Cangussu Coelhokaren.coelho@soufunorte.com.brJomar Luiz Santos Almeidajomar_fisio@hotmail.com<p>Introdução: O futebol é um esporte de equipe constituído por dois grupos de 11 jogadores durante dois tempos de 45 minutos. É uma modalidade de alto rendimento físico e tático, caracterizando-se pelo excessivo contato físico, mudanças bruscas de posição, movimentos curtos e não contínuos. Objetivo: Identificar as lesões mais prevalentes na região do joelho em jogadores de futebol na cidade de Montes Claros-MG. Materiais e Métodos: Este estudo caracteriza-se por natureza descritiva, tendo abordagem quantitativa e transversal. A população estudada será formada de 31 atletas de futebol, selecionados de forma aleatória, pertencentes a uma equipe de futebol da cidade de Montes Claros-MG. Serão avaliados através do questionário Lysholm Knee Scoring Scale que foi desenvolvido e validado por Lysholm em 1982, tradução por Peccin em 2006. Resultados: O maior índice de lesões foi a ruptura do ligamento cruzado anterior, totalizando 12,9% das patologias adquiridas. Observou-se também que as outras lesões mais prevalentes foram ruptura de menisco, lesão do isquiotibial e tendinopatia patelar (9,7%). A posição mais lesada foi atacante e volante (19,4%), e o mais preservado foi a posição de goleiro (3,2%) e centro avante (6,5%). Discussão: De acordo com a tabela exposta pode-se concluir que a maior incidência de lesão no joelho em jogadores de futebol é a ruptura ligamentar, patologia essa que se refere a lesões encontradas no presente estudo. Conclusão: Através deste estudo foi possível observar que a principal lesão no joelho em jogadores é a ruptura ligamentar.</p>2024-04-24T08:35:56-07:00Copyright (c) 2024 Wellington Danilo Soares, Iasmym Souza Bastos, Karen Cangussu Coelho, Jomar Luiz Santos Almeidahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1399Efeito da idade relativa no desempenho em testes físicos de potência de membros inferiores e velocidade de aceleração em jovens atletas de um projeto social2024-07-04T11:30:49-07:00João Vitor Barros Aguiarjoao.aguiar2@ufv.brLuciano Bernardes Leitebernardes1322@gmail.comMaurilio Gomes Venturamauriliogomes74@gmail.comJosé Geraldo do Carmo Sallesjgsalles@ufv.brAntônio José Natalianatali@ufv.br<p>O objetivo do presente estudo foi analisar o EIR no desempenho em testes físicos de potência de membros inferiores e velocidade de aceleração em indivíduos do sexo masculino da categoria sub-13 de um projeto social. Para esse fim, atletas da categoria sub-13 de um projeto social da cidade de Viçosa, Minas Gerais, foram selecionados por conveniência para participar deste estudo. Vinte e sete indivíduos foram selecionados e separados em semestres de nascimento (primeiro e segundo) ou em quartis de nascimento (primeiro, segundo terceiro e quarto), de acordo com suas datas de nascimento. Os indivíduos realizaram, em uma única ocasião, os testes de impulsão horizontal e de corrida de 15 metros. Inicialmente, foi realizado o teste Qui-Quadrado para comparar a distribuição esperada e observada nos quartis e semestres de nascimento dos atletas. O teste de Shapiro-Wilk foi utilizado para verificar a distribuição dos dados. Para os dados com distribuição normal, a comparação entre os semestres foi realizada usando-se o teste t de Student para amostras independentes. Para a comparação entre os quartis utilizou-se a análise de variância de uma entrada. A distribuição observada nos semestres ou quartis foi comparada utilizando-se o teste de Qui-Quadrado. Os resultados indicaram que o EIR não influenciou o desempenho físico nos testes de salto horizontal e de velocidade de aceleração nos atletas avaliados.</p>2024-04-24T08:35:06-07:00Copyright (c) 2024 João Vitor Barros Aguiar, Luciano Bernardes Leite, Maurilio Gomes Ventura, José Geraldo do Carmo Salles, Antônio José Natalihttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1398Operários da bola ou reféns do sistema? A trajetória do atleta de futebol no campo demarcado pelos interesses do capital2024-07-04T11:28:08-07:00Agnaldo kupperagnaldokupper2009@hotmail.com<p>Para compreender o futebol, faz-se necessário conhecer e reconhecer a posição que a atividade ocupa por meio da distribuição dos praticantes segundo a colocação dos mesmos no espaço social, apontando para a necessidade de se perceber o tratamento do esporte na condição de fenômeno inscrito em um sistema mercadológico. A popularização dos esportes – entre os quais o futebol que, em tempos contemporâneos, abandona progressivamente seu caráter recreativo para transformar-se em atividade vinculada ao consumo de massa – fundamentou-se (não só, mas acima de tudo) em relações capitalistas, adaptando-se à vida moderna e firmando-se como forma dissimulada para o trabalho, seguindo as determinações ditadas pela produção. No processo de transformação do futebol em espetáculo esportivo globalizado, atletas são vistos como mercadoria, torcedores como consumidores e o jogo como ativo financeiro.</p>2024-04-24T08:34:17-07:00Copyright (c) 2024 Agnaldo kupperhttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1397Tempo de incidência dos gols em campeonatos de futebol: uma análise das sete competições nacionais mais valiosas do mundo durante a temporada 2021/20222024-07-04T11:25:48-07:00Thiago Felipe Costa Batistathiago.batista@ufvjm.edu.brFernando Joaquim Gripp Lopesfernando.gripp@ufvjm.edu.brJonatas Ferreira da Silva Santosjonatas_contato@hotmail.com<p>O objetivo deste estudo foi analisar o momento em que os gols ocorrem nos principais campeonatos nacionais de futebol profissional durante a temporada 2021/2022. Foram analisados um total de 2678 jogos e 7265 gols, considerando variáveis como média de gols por partida, número de jogos com menos de três gols, número de jogos com três ou mais gols, frequência de gols a cada 15 minutos e 45 minutos, e frequência de placares de jogos em cada competição. Os resultados mostraram uma maior frequência de gols no segundo tempo das partidas, especialmente nos períodos finais. O placar mais comum foi o empate em 1x1. Com base nesses achados, podemos inferir que o momento em que os gols ocorrem está relacionado e dependente do tempo de jogo, possivelmente associado à queda ou desequilíbrio dos aspectos físicos, fisiológicos e psicológicos dos jogadores. Isso ressalta a importância dos técnicos e treinadores em preparar suas equipes desenvolvendo as capacidades condicionais e coordenativas que sustentam a intensidade do jogo, mantendo os jogadores alertas e capazes de cumprir suas funções táticas. Esses resultados têm implicações práticas significativas para técnicos e treinadores, destacando a necessidade de considerar o momento do jogo ao planejar e executar estratégias durante as partidas. Compreender a tendência de maior incidência de gols no segundo tempo permite ajustar as abordagens de treinamento e preparação, visando manter o desempenho dos jogadores ao longo de todo o jogo.</p>2024-04-24T08:33:33-07:00Copyright (c) 2024 Thiago Felipe Costa Batista, Fernando Joaquim Gripp Lopes, Jonatas Ferreira da Silva Santoshttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1396Quais variáveis de desempenho técnico e tático diferenciam as equipes de futebol do Campeonato Brasileiro Masculino Série A?2024-07-04T11:23:29-07:00Jonatas Ferreira da Silva Santosjonatas_contato@hotmail.comWalter Luiz de Araújo Júniorwalter-1995-07@hotmail.comDanilo Fonseca Leoneldanilo.leonel@ufvjm.edu.brFernando Joaquim Gripp Lopesfernandogripp@gmail.com<p>O presente estudo teve como objetivo descrever e comparar variáveis de desempenho técnico e tático de equipes que disputaram o Campeonato Brasileiro de Futebol Masculino, série A. Dessa forma, foram analisados 380 jogos, realizados no ano de 2021. As equipes foram agrupadas de acordo com a sua classificação ao final da competição, conforme segue: G1 (equipes classificadas para a Copa Libertadores da América/Copa do Brasil); G2 (equipes classificadas para a Copa Sul-Americana); G3 (equipes não classificadas diretamente para nenhuma competição) e G4 (equipes rebaixadas para a série B). Posteriormente, as variáveis número total de chutes, número de chutes a gol, posse de bola, número de passes e precisão de passes foram comparadas entre estes grupos. Os principais achados demonstram que os chutes ao gol (F<sub>(3)</sub>: 9,647, p<0,001), posse de bola (F<sub>(3)</sub>: 14,239, p<0,001), número de passes (F<sub>(3)</sub>: 17,854, p<0,001) e precisão de passes (F<sub>(3)</sub>: 16,598, p<0,001) foram maiores no G1 em comparação aos outros grupos. Em adição, o número de chutes foi maior no G1 em comparação ao G3 (F<sub>(3, 756)</sub> = 4,921, p=0,002). Em conclusão, equipes classificadas para a Copa Libertadores da América/Copa do Brasil (G1; 1° ao 6° lugar) apresentaram variáveis de desempenho superiores às outras equipes participantes do Campeonato Brasileiro de Futebol Masculino Série A.</p>2024-04-24T08:32:41-07:00Copyright (c) 2024 Jonatas Ferreira da Silva Santos, Walter Luiz de Araújo Júnior, Danilo Fonseca Leonel, Fernando Joaquim Gripp Lopeshttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1395Relação entre valor de mercado e desempenho esportivo: uma análise da premier league 2024-07-04T11:19:45-07:00Sebastião Felipe Ferreira Costasebastiao.costa@ufv.brLuciano Bernardes Leitebernardes1322@gmail.comLeôncio Lopes Soaresleoncio.lopes@ufv.br<p>O objetivo deste estudo foi avaliar a relação entre o valor de mercado e o desempenho esportivo das equipes de futebol que participaram da Premier League nos últimos 5 anos. Amostra foi composta por 100 clubes de futebol que disputaram a Premier League nas temporadas 18 – 19, 19 – 20, 20 – 21, 21 – 22 e 22 – 23. A coleta dos dados foi realizada no dia 02 de julho de 2023, a partir do site Transfermarkt. Para avaliar a normalidade dos dados, utilizou-se o teste de ShapiroWilk. Para avaliar a diferença entre o valor de mercado dos clubes nas temporadas analisadas utilizou-se o teste Kruskal-Wallis com post hoc Dunn. Para avaliar o valor de mercado entre os clubes que terminaram a competição nas três primeiras e três últimas posições nas temporadas analisadas utilizou-se o teste de Mann-Whitney. Foi utilizada a correlação de Spearman para avaliar a relação entre o valor de mercado e desempenho esportivo dos clubes. Observou-se que não houve diferença entre o valor de mercado nas temporadas analisadas. Entretanto, os clubes que terminaram a competição nas três primeiras colocações apresentaram um maior valor de mercado em relação aos que terminaram a competição nas três últimas posições. Observou-se também correlações de moderada a forte entre os valores de mercado dos clubes e a pontuação final em todas as temporadas analisadas. Os resultados do presente estudo mostraram que existe relação entre o valor de mercado e classificação final dos clubes que disputaram a Premier League nos últimos 5 anos.</p>2024-04-24T08:31:54-07:00Copyright (c) 2024 Sebastião Felipe Ferreira Costa, Luciano Bernardes Leite, Leôncio Lopes Soareshttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1394Análise e comparação dos indicadores técnicos da liga nacional de futebol 7 (fut7) 2024-07-04T07:47:47-07:00Mylena Aparecida Rodrigues Alvesmylena_cg@hotmail.comAmanda dos Santos Oliveiraamanda.dos@ufpr.brJúlia Martins de Castrojuliacastro@estudante.ufscar.brKevin Willian Bortolanbortolan84@gmail.comPaulo Henrique Gomes Lisboapaulolisboa@estudante.ufscar.br<p><strong> </strong>O futebol 7 tem ganhado destaque no país nos últimos anos, mas estudos sobre ele ainda são escassos, principalmente sobre aspectos técnico-táticos. O presente artigo tem como objetivo apresentar o cenário do desempenho técnico desta modalidade nas regiões do Brasil, bem como descrever os indicadores técnicos ofensivos e defensivos e compará-los entre as equipes com melhores pontuações e as que não pontuaram durante a fase classificatória da Liga Nacional de futebol 7 de 2022. Para tal, três profissionais de Educação Física e analistas de desempenho de futebol 7, realizaram as coletas de dados. Foram coletados indicadores técnicos ofensivos (gols, chutes defendidos, chutes fora e chutes interceptados) e defensivos (desarmes, interceptações e roubadas de bolas) em 56 jogos. Constatou-se que a região Nordeste obteve o melhor aproveitamento (das seis primeiras colocações três ficaram com equipes nordestinas), e a maior média de ações ofensivas por jogo, enquanto a região Sul obteve a maior média de ações defensivas por jogo. Os resultados indicaram que as equipes com melhores pontuações tiveram uma quantidade estatisticamente maior de gols e chutes defendidos em comparação com as equipes com pontuações mais baixas. Essas diferenças foram estatisticamente significativas, com tamanhos de efeito considerados altos. Sugere-se para o futuro pesquisas como esta voltadas ao público feminino, categorias de base e goleiros. Baseado em dados objetivos, os resultados obtidos podem ser úteis para profissionais da área e atletas na tomada de decisões técnico-táticas e fornecer <em>insights </em>para o desenvolvimento do futebol 7.</p>2024-04-24T08:29:32-07:00Copyright (c) 2024 Mylena Aparecida Rodrigues Alves, Amanda dos Santos Oliveira, Júlia Martins de Castro, Kevin Willian Bortolan, Paulo Henrique Gomes Lisboahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1392A idade ideal para a transição do futsal para o futebol: um estudo com os atores do processo2024-07-04T07:45:52-07:00Marcos Xavier de Andrademarquinhosxavier@gmail.comRodrigo Carletrdcarlet@hotmail.comManoel Eduardo do Prado Shamahm.shamah92@gmail.comPriscila Antunes Marquespriscila.antunes@ufrgs.brLuciano de Oliveira Eliasluciano-futebol@hotmail.comRogério da Cunha Voserrogerio.voser@ufrgs.br<p>O futebol brasileiro é considerado um celeiro fornecedor de talentos para as equipes mais importantes do futebol mundial. Esse protagonismo de fonte inesgotável de grandes jogadores de futebol gerados no Brasil tem sido atribuído a prática inicial do futsal nas escolas, praças, projetos sociais e clubes. Este artigo tem por objetivo analisar o processo de transição do futsal para o futebol. Caracteriza-se por um estudo qualitativo e descritivo. Os participantes do estudo foram cinco ex-atletas que realizaram a transição do futsal para o futebol e conseguiram se profissionalizar. A escolha se deu por conveniência. Como instrumento de coleta de dados foi utilizado uma entrevista semiestruturada. Para facilitar a coleta das informações às falas foram gravadas em mp4, para posteriormente serem transcritas, na sequência, devolvidas aos entrevistados para validação. As entrevistas ocorreram de forma remota via plataforma Skype e Zoom (áudio e vídeo) respectivamente. Pode-se afirmar que os resultados obtidos nestes relatos, não ficam evidenciados qual seria a “idade ideal”, podendo-se afirmar que ela dependeria de outras tantas variáveis, inclusive de um ambiente composto por todos estes componentes relacionados: sociocultural, emocional, cognitivo, técnico, tático, físico, entre outros. Em suma, a discussão sobre “idade ideal” estaria sendo realocada para um patamar secundário, porém o ambiente construído para tal receberia um maior destaque transformando-se em principal elemento de discussão, não importando quando, mas como realizá-lo. Por fim, sugere-se a proposição de novos estudos objetivando auxiliar o profissional da área do treinamento melhorando suas práticas, auxiliando-os na formação de novos jogadores e jogadoras de futsal e futebol em nosso país, contribuindo de forma efetiva para o desenvolvimento de talentos para estas modalidades.</p>2024-04-24T08:28:30-07:00Copyright (c) 2024 Marcos Xavier de Andrade, Rodrigo Carlet, Manoel Eduardo do Prado Shamah, Priscila Antunes Marques, Luciano de Oliveira Elias, Rogério da Cunha Voserhttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1391Examinando a superioridade dos times de futebol profissional com a contribuição do valor de gol esperado (xG)2024-07-04T07:40:18-07:00Olcay Mulazimogluolcaymulazimoglu@yahoo.comErdi Tokulerditokul@gmail.comSuleyman Canscan@mu.edu.trAhmetcan Eyubogluahmetcaneyuboglu@posta.mu.edu.tr<p><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">A abreviatura de Gol esperado é xG nas estatísticas do futebol. O xG mede a qualidade de uma chance calculando a probabilidade de que ela seja marcada em uma determinada posição do campo durante uma determinada fase do jogo.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">O objetivo deste estudo foi avaliar a métrica xG em termos de variáveis contextuais, como situação das equipes na mesa final, situação da partida e local.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">As pontuações xG das equipes (n = 760) das 380 partidas da temporada 2021-2022 da Superliga Turca foram coletadas para este estudo.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">As variáveis contextuais indicaram o seguinte;</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">o nível de sucesso, status de sucesso e vantagem das equipes.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Assim, os grupos foram organizados da seguinte forma;</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">a classificação da mesa final foi de cinco grupos (ou seja, quatro primeiros times, dois quatro times,…), o status da partida foi de três grupos (vitória, empate e derrota) e o local foi de dois grupos (casa, fora).</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Os resultados mostraram que as equipes com melhor classificação obtiveram xG mais altos do que as equipes com classificação inferior.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">As primeiras quatro e segundas quatro equipes foram significativamente superiores às quintas quatro equipes.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">As pontuações xG das equipes vencedoras foram significativamente maiores do que as do empate e das perdedoras.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">As equipes da casa também alcançaram uma pontuação xG significativamente maior do que as equipes visitantes.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Os resultados sugerem que a métrica de gol esperado (xG) pode avaliar o sucesso das equipes.</span></span></p>2024-04-24T08:27:26-07:00Copyright (c) 2024 Olcay Mulazimoglu, Erdi Tokul, Suleyman Can, Ahmetcan Eyubogluhttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1390Avaliação da eficiência visual em atletas pertencentes à divisão juvenil das forças básicas de uma equipe profissional de futebol2024-07-04T07:36:07-07:00Lady Paola Barbosa Torreslbarbosa9@areandina.edu.coPaulo César Zapata Giraldopczapata@areandina.edu.coAngie Dayana Villotaavillota4@estudiantes.areandina.edu.coMaria José Bolañosmbolanos11@estudiantes.areandina.edu.coBrayan Camilo Alvarezbalvarez8@estudiantes.areandina.edu.co<div class="lRu31" dir="ltr"><span class="HwtZe" lang="pt"><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Introdução: Os esportes impõem uma demanda incrível ao sistema visual humano.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Caso haja alguma anomalia ou limitação de algum dos fatores que compõem o sistema visual, o desempenho do atleta poderá ser afetado.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Objetivo: Descrever o estado da função visual, acomodativa e motilidade ocular de atletas pertencentes à divisão juvenil das forças básicas de um time de futebol profissional no ano de 2022. Materiais e métodos: Estudo observacional, descritivo, transversal, com abordagem quantitativa</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">abordagem.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Toda a população de atletas foi contabilizada no período estudado.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Resultados: A participação foi de 65 jogadores do sexo masculino, cuja idade média foi de 18 anos.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">O dado mais relevante em relação à função visual foi que 98,5% dos atletas apresentavam acuidade visual normal;</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Em relação à função acomodativa, a amplitude de acomodação está diminuída, 50,8% e 47,6% no olho direito e no olho esquerdo respectivamente.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">A motilidade ocular, acima de 95%, foi considerada normal;</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Quanto às reservas fusionais na visão ao longe, foi apresentado que para as negativas estavam aumentadas em 60% dos jogadores e quanto às positivas foram encontradas diminuídas em 46,2%.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Discussão: Os atletas avaliados apresentam geralmente um muito bom estado de função visual, função acomodativa e motilidade ocular.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Conclusões: O desenvolvimento das práticas desportivas da população em estudo apresenta valores normais da função visual, o que garante o desempenho adequado dos jogadores em campo devido à integração do sentido visual com as competências e habilidades da disciplina esportiva.</span></span></span></div>2024-04-24T08:26:00-07:00Copyright (c) 2024 Lady Paola Barbosa Torres, Paulo César Zapata Giraldo, Angie Dayana Villota, Maria José Bolaños, Brayan Camilo Alvarezhttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1389Comparação entre os treinamentos funcional e resistido sobre as capacidades físicas de praticantes de futsal 2024-07-04T07:32:24-07:00Lucio Marques Vieira-Souzaprofedf.luciomarkes@gmail.comLucas Aparecido Rosalukaasaparecidorosa@gmail.comVinicius Silva Borgesvinicius_silvaborges@hotmail.comIsrael Adão da Silva Juniorjunimfutsal@gmail.comJean Lucas Rosajeanlucasrosapadre@gmail.comWesclay José de Andrade Santosclay1605@hotmail.comPaulo Ricardo Prado Nunespaulo.pradonunes@gmail.com<p>O Futsal é uma modalidade que ao longo do tempo vem sofrendo modificações e atualizações que tornaram o jogo cada vez mais veloz e dinâmico, forçando adaptações físicas e, consequentemente, nas estruturas do treinamento. O treinamento funcional pode ser realizado apenas com o peso corporal, sendo acessível e podendo ser realizados por projetos no qual se possui pouca estrutura financeira. Já o treinamento resistido pode ter um custo, onde são necessários pesos e acessórios externos. Neste sentido, o presente estudo teve como objetivo comparar a eficácia e aplicabilidade da intervenção do treinamento funcional (TF) versus o treinamento resistido (TR) sobre as variáveis de desempenho, sendo elas: flexibilidade, força abdominal, explosão de membros inferiores, agilidade, velocidade e resistência e praticantes de futsal, em nível competitivo com faixa etária entre 10 e 13 anos. Vinte praticantes foram divididos em 02 grupos: TF (n=10) e TR (n=10). Juntamente com as intervenções, ambos os grupos TF e TR foram submetidos ao mesmo treinamento técnico/tático de futsal. Foram realizadas 12 sessões (4 semanas com frequência semanal de três dias), após a intervenção de treinamentos foi encontrado melhora significativa nas variáveis de resistência (p=0,0173) e flexibilidade (p=0,0397). Os treinamentos resistido e funcional se mostraram igualmente eficazes para as capacidades físicas de resistência e flexibilidade associadas ao futsal em praticantes de 10 a 13 anos. Portanto, os treinadores podem escolher ambos os treinamentos conforme as especificidades locais.</p>2024-04-24T08:24:52-07:00Copyright (c) 2024 Lucio Marques Vieira-Souza, Lucas Aparecido Rosa, Vinicius Silva Borges, Israel Adão da Silva Junior, Jean Lucas Rosa, Wesclay José de Andrade Santos, Paulo Ricardo Prado Nuneshttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1388Relação entre variáveis biológicas e motoras em crianças e adolescentes praticantes de futsal2024-07-04T07:28:39-07:00José Nunes da Silva Filhofilho.jose_4@posgraduacao.uerj.brFlávia Portoflaviaporto30@gmail.com<p>Introdução: entender a relação entre as variáveis biológicas e motoras em jovens praticantes de Futsal contribui para a discussão de estratégias que melhore o desempenho físico, técnico e tático da modalidade. Objetivo: verificar a relação entre as variáveis biológicas e motoras em crianças e adolescentes praticantes de Futsal. Materiais e métodos: trata-se de um estudo de campo, transversal, descritivo e quantitativo do tipo correlacional. Participaram da pesquisa 46 praticantes de futsal, do sexo masculino, com idade média de 11,9 ±1,4 anos. Todos os participantes passaram por medidas da massa corporal (MC), estatura (EST), dobras cutâneas tricipital e panturrilha, flexibilidade (FLEX), agilidade (AGIL) e força muscular explosiva (FME). Após assumida a normalidade dos dados, para análise da relação entre as variáveis, utilizou-se o teste de correlação de Pearson (r), pré-estabelecendo uma significância estatística de p<0,05. Resultados: notou-se uma correlação moderada entre variáveis biológicas e motoras: correlação positiva entre Idade e FME (r=0,56 – p<0,01) e EST e FME (r=0,53 - p<0,01); correlação negativa entre FME e %G (r=-0,36 – p<0,01), e fraca correlação negativa entre EST e Agilidade (r=-0,29 - p<0,05). Conclusão: conclui-se que a variável motora FME possui correlação moderada com as variáveis biológicas, Idade, EST e %G e que a variável motora agilidade possui uma fraca correlação com a variável EST.</p>2024-04-24T08:21:38-07:00Copyright (c) 2024 José Nunes da Silva Filho, Flávia Portohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1384Análise teórica do jogo de futebol: Inferência a partir da Premier League inglesa2024-07-04T07:23:44-07:00Yildirim Beyazit Cicenybcicen@gumushane.edu.tr<p>O futebol é um esporte predominante no mundo. Neste estudo, a análise teórica dos jogos é utilizada para examinar as suposições das equipes que competem na Premier League inglesa e seus resultados. Nas partidas entre equipes iguais, o equilíbrio de Nash é o empate, enquanto nas partidas entre equipes fortes e fracas, o equilíbrio de Nash é a derrota da equipe forte. A média de vitórias na partida e a média de gols marcados não foram altas o suficiente, indicando que as equipes não entraram em campo para vencer. Como resultado, é criada uma proposta objetiva na seção final do estudo. Nesta proposta, as partidas serão limitadas a 60 minutos. A equipe que marcar o terceiro gol vencerá o jogo, terminando nesse minuto.</p>2024-04-24T08:20:45-07:00Copyright (c) 2024 Yildirim Beyazit Cicenhttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1380Análise de estresse percebido, resiliência e autoestima em Jogadores de futebol profissionais e de categorias de base (sub-20) atuantes no município do Rio de Janeiro2024-07-04T07:18:12-07:00Iuri de Lima Lourençoiuril1995@hotmail.comGiullio César Pereira Salustiano Mallen da Silvagiulliocesar.gc@hotmail.comYuri Rolim Lopes Silvaprofessoryurirolim@gmail.comJuliana Brandão Pinto de Castrojulianabrandaoflp@hotmail.comDirceu Ribeiro Nogueira da Gamadirceurng@gmail.comRodrigo Gomes de Souza Valerodrigogsvale@gmail.com<p>O futebol é um esporte em que milhares de jovens buscam para mudar as condições de sua vida e de sua família. O ambiente do futebol é extremamente competitivo e a cada dia vem se atualizando e se aperfeiçoando a fim de buscar os melhores e mais completos atletas, seja física, técnica e psicologicamente. Dessa maneira, o objetivo deste estudo foi analisar o estresse percebido, resiliência e autoestima em jogadores de futebol profissional e da categoria de base. Foram analisados 20 atletas de cada categoria de um clube carioca de futebol com média de idade 24,25 ±4,52 anos para categoria profissional e 18,55 ±0,69 anos para categoria de base. Os instrumentos utilizados para avaliação foram “Escala de Estresse Percebido” (EEP) / “Perceived Stress Scale” (PSS-14), “Escala de Resiliência de Connor-Davidson" (ERCD) / “Connor-Davidson Resilience Scale” (CD-RISC) e “Escala de Autoestima de Rosenberg” (EAR) / “Rosenberg Self-Esteem Scale” (RSES). Os resultados encontrados demonstram que os atletas profissionais têm nível de estresse moderado 25,8 ±6,42, resiliência média de 80,15 ±15,6 e autoestima 35,15 ±3,88. Já a categoria de base apresentou escores de estresse percebido, resiliência e autoestima, 25,15 ±5,82, 79,35 ±10,17 e 31 ±3,06, respectivamente. O estudo apresentou correlação positiva (p<0,05) entre autoestima e resiliência (rho= 0,424; p=0,006). Não foi encontrada correlação entre estresse e resiliência ou estresse e autoestima. Pode-se concluir que atletas profissionais que apresentam maiores níveis de autoestima tendem a apresentar maior nível de resiliência.</p>2024-04-24T08:19:11-07:00Copyright (c) 2024 Iuri de Lima Lourenço, Giullio César Pereira Salustiano Mallen da Silva, Yuri Rolim Lopes Silva, Juliana Brandão Pinto de Castro, Dirceu Ribeiro Nogueira da Gama, Rodrigo Gomes de Souza Valehttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1006Análise das ações táticas do goleiro de futebol profissional ao longo de uma temporada2024-07-04T07:09:23-07:00Salvador Pérez Muñozsperezmu@upsa.esAlberto Rodriguez Cayetanoarodriguezca@upsa.esAntonio Sànchez Muñozasanchezmu01@upsa.esGema Alonso Garcíagemaalonsogarcia20@gmail.comJosé Manuel de Mena Ramosjmenara@upsa.esDavid Morila de la Rivamurilleta_86@hotmail.com<p><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">O objetivo do estudo foi analisar as ações táticas defensivas e ofensivas, bem como as ações de continuidade técnico-tática do goleiro de futebol profissional ao longo de uma temporada.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Foram analisadas quarenta e duas partidas de uma temporada completa de dois goleiros de futebol profissional atuantes na segunda divisão espanhola por meio de uma análise observacional, analisando as ações táticas defensivas e ofensivas, bem como as ações específicas de continuidade técnico-tática do goleiro de futebol.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Os principais resultados mostram que as ações ofensivas são superiores e mais relevantes que as defensivas, com diferenças significativas (p<0,00) nas variáveis táticas ofensivas e de continuidade dependendo da parte do jogo e do período de jogo.</span></span> <span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Portanto, devido ao desempenho analisado, tanto no planejamento quanto no desenho das tarefas de treinamento tático, as ações táticas ofensivas com a presença de companheiros devem ter prioridade sobre as variáveis defensivas.</span></span></p>2024-04-24T08:18:21-07:00Copyright (c) 2024 Salvador Pérez Muñoz, Alberto Rodriguez Cayetano, Antonio Sànchez Muñoz, Gema Alonso García, José Manuel de Mena Ramos, David Morila de la Rivahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1005Intensidade das sessões de treinos técnico-taticos durante uma temporada competitiva em atletas profissionais de futsal2024-07-04T07:03:43-07:00Fernando Matzenbacherfernando_matz@hotmail.comAlexandre Menegatamenegat@bol.com.brJuarez de Sousa Júniorfelixtatijunior@hotmail.com<p>O objetivo do presente estudo foi de monitorar a intensidade dos treinos técnico táticos do futsal por meio frequência cardíaca (FC), durante toda a temporada competitiva. Fizeram parte do estudo 20 atletas profissionais com de futsal com 25,6 ±4 anos de idade, massa corporal de 74,2 ±8,3 kg, estatura de 176,9 ±6,8 cm, percentual de gordura de 10,8 ±1,9 % e distância média percorrida no Yo-Yo Intermittent Recovery Test Level 1 de 1.687 ±415 metros. Foram monitoradas 112 sessões de treinamento técnico tático de uma equipe de futsal profissional que disputou a Liga Gaúcha 1 durante o ano de 2019, totalizando 893 sessões de treinos individuais, medindo-se a FC dos atletas durante as sessões de treino. A duração média dos treinos foram de 63 ± 15 min, e a FC média obtida nos treinamentos foi de 68 ± 6 % FC<sub>máx</sub>; sendo que os atletas permaneceram entre 25,9 ± 10,5% % e 9 ±9,5 do tempo nas zonas quatro (80-90 % FCmáx) e na zona cinco da FC (90-100 %FC<sub>máx</sub>) durante os treinamentos. De acordo com a ACSM (2011) a intensidade dos treinamentos técnico táticos foram de intensidade moderada a vigorosa. No decorrer dos treinamentos os atletas permanecerem cerca de 34 % do tempo total do treino nas zonas quatro e cinco da frequência cardíaca, a qual é encontrada nas competições. Esse percentual de tempo e a intensidade dos treinamentos técnicos táticos parece ser eficaz para os atletas desempenharem um excelente nível competitivo.</p>2024-04-24T08:15:05-07:00Copyright (c) 2024 Fernando Matzenbacher, Alexandre Menegat, Juarez de Sousa Júniorhttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1375Efeito do curinga em apoio interno sobre o comportamento tático de jogadores de futebol da categoria sub-112024-07-18T08:43:44-07:00Gustavo Henrique Caetanogustavohlourenco@gmail.comIsrael Teoldo da Costaisrael.teoldo@ufv.brGuilherme Figueiredo Machadomachado.guilhermef@gmail.comFelipe Ruy Dambrozfelipe.dambroz@hotmail.comFelipe Monizfelipe.moniz@ufv.brPróspero Brum Paoliprosperopaoli@bol.com.br<p>O objetivo deste estudo foi verificar o efeito do curinga em apoio interno no comportamento tático de jogadores da categoria sub-11. A amostra foi composta por 18 jogadores de futebol de elite. O instrumento utilizado para avaliar o comportamento tático dos jogadores foi o Sistema de Avaliação Tática no Futebol. O comportamento tático foi analisado através do número de ações táticas, do percentual de acerto e do índice de performance tática. O teste t de medidas repetidas e de Wilcoxon foram utilizados para averiguar a diferença do comportamento tático entre os jogos com e sem curinga interno. No que refere as ações táticas o jogo com curinga em apoio interno apresentou valores significativamente menores no princípio tático cobertura defensiva e maiores no princípio tático unidade defensiva do que o jogo sem curinga. Quanto ao percentual de acerto, o jogo com o curinga em apoio interno apresentou valores significativamente menores nos princípios táticos cobertura ofensiva e equilíbrio do que o jogo sem curinga. Por fim, no índice de performance tática, o jogo com curinga em apoio interno apresentou valores significativamente menores nos princípios táticos mobilidade, cobertura defensiva e equilíbrio do que o jogo sem curinga. Conclui-se que o curinga em apoio interno exerceu efeito sobre o comportamento tático dos jogadores da categoria sub-11 provando ser um constrangimento de tarefa que gera comportamentos táticos em contextos de vantagem e desvantagem numérica e assim pode ser inserido nos treinamentos a fim de desenvolver o desempenho tático dos jogadores.</p>2023-11-26T23:29:00-08:00Copyright (c) 2023 Gustavo Henrique Caetano, Israel Teoldo da Costa, Guilherme Figueiredo Machado, Felipe Ruy Dambroz, Felipe Moniz, Próspero Brum Paolihttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1374Efeito do alongamento muscular na flexibilidade de membros inferiores em jogadores de futsal2024-07-18T08:39:46-07:00Cristina Luiz Moreiracryslm@yahoo.com.brMarléia Aparecida Barrosomarleiaab@yahoo.com.brMarcus Alessandro de Alcântaraalcantaramarcus19@gmail.comAntonio Felipe Souza Gomesantonio.gomes@sou.unifal-mg.edu.brAdriano Prado Simãoadriano.simao@unifal-mg.edu.br<p>As conclusões sobre os efeitos do alongamento na prevenção de lesões desportivas são controversas. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia de um programa de alongamento, durante a pré-temporada, na prevenção de lesões musculoesqueléticas em jogadores de futsal. Foram selecionados dezoito indivíduos do sexo masculino, sendo que nove participaram de um programa de alongamento muscular estático durante seis semanas (GA) e nove pertenceram ao grupo controle (GC) realizando apenas as atividades de rotina do time. Pode-se observar que o GA não sofreu lesão, enquanto no GC ocorreram duas. Houve um ganho de ADM no GA entre as medidas inicial e final, com manutenção dos ganhos durante o follow-up, demonstrando assim, benefícios da técnica do alongamento, porém esse aumento de flexibilidade não pode ser correlacionado com a prevenção de lesões. Contudo, conclui-se que o protocolo de alongamento proposto não preveniu lesões desportivas durante o período de acompanhamento.</p>2023-11-26T23:28:53-08:00Copyright (c) 2023 Cristina Luiz Moreira, Marléia Aparecida Barroso, Marcus Alessandro de Alcântara, Antonio Felipe Souza Gomes, Adriano Prado Simãohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1373Análise dos campeonatos nacionais de futebol na temporada 2021/20222024-07-18T08:33:45-07:00Lucio Marques Vieira-Souzaprofedf.luciomarkes@gmail.comBruno Pini Abrahaobruno.2196192@discente.uemg.brHernán Gilberto Tovar Torreshgtovar@ut.edu.coWesclay José de Andrade Santosclay1605@hotmail.comInaian Pignatti Teixeirainaianteixeira@gmail.com<p>O futebol é um dos esportes mais praticados em todo o mundo. A dinâmica do jogo emerge do confronto entre duas equipes, com elevada variabilidade, imprevisibilidade e aleatoriedade de ações individuais e coletivas. O objetivo deste trabalho é analisar os campeonatos nacionais de futebol do Brasil, Espanha, Itália, Alemanha, França e Inglaterra na temporada 2021/2022. A metodologia utilizada foi a de dados secundários, consistindo na busca em sites especializados esportivos a tabela dos supracitados campeonatos. Existem diversos estudos que utilizam o futebol como forma de pesquisa em diversas áreas de conhecimento. O campeonato inglês foi considerado o mais competitivo em estudos devido o campeão obter o maior número de pontuação entre todos os campeonatos. Sendo ele com a maior pontuação (93), o italiano, francês e espanhol terminaram com a mesma pontuação (86), já o brasileiro ficou dois pontos atrás dos anteriores (84) e o alemão foi o que teve menor pontuação (77). Conclui-se que no campeonato inglês há uma maior competitividade em número total de vitórias e pontos em relação ao campeão.</p>2023-11-26T23:28:43-08:00Copyright (c) 2023 Lucio Marques Vieira-Souza, Bruno Pini Abrahao, Hernán Gilberto Tovar Torres, Wesclay José de Andrade Santos, Inaian Pignatti Teixeirahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1372Capacidade de sprints repetidos em atletas profissionais de futsal: protocolo Tabata2024-07-18T08:30:50-07:00Flávio Ricardo Guilhermeflaviorg88@gmail.comSérgio Luiz Carlos dos Santosfederal.sergiosantos@gmail.comMiquel Robert I Ferrermiquelrobert@ub.edu<p>O futsal parece exigir uma grande quantidade de esforços de alta intensidade e a capacidade de gerar tiros repetidos justifica a capacidade do atleta de manter o esforço máximo ao longo de tiros repetidos, característica indispensável para o esporte. Objetivo: avaliar a capacidade de sprints repetidos (TSR) em jogadores de futsal numa análise considerando o protocolo de treinamento Tabata. Materiais e Métodos: Corte transversal p, composto por nove atletas de uma equipe de futsal de Paranavaí, Paraná, Brasil que disputava atualmente a série prata (segunda divisão) do campeonato estadual. Apenas os jogadores que atuam na linha são selecionados. A capacidade aeróbica foi avaliada pelo teste intermitente 30:15 e após 48 h os atletas foram recrutados para realizar o protocolo Tabata de treinamento intervalado de alta intensidade, que originalmente consiste em oito sprints de 20 segundos a 170% do vVO<sub>2</sub> máximo, intercalados por 10 segundos de recuperação passiva. Em cada sprint foram anotadas a percepção subjetiva de esforço (PSE), velocidade e percentual da vVO<sub>2</sub> máxima. Resultados: Os valores de PSE relatados pelos atletas aumentaram a cada sprint realizado, e todos os atletas terminaram com percepção máxima de esforço. Outro dado importante mostra que cinco dos nove atletas avaliados conseguiram realizar apenas o primeiro sprint na intensidade do protocolo, portanto a média final do percentual do vVO<sub>2</sub> máximo foi de 121,96 ± 9,32%. Conclusão: Os jogadores profissionais de futsal não conseguiram realizar o protocolo de treinamento Tabata na intensidade proposta pelo autor (170% vVO<sub>2</sub> máximo), bem como tiveram perda significativa na velocidade de corrida e aumentos significativos na PSE, sendo que 100% dos jogadores relataram esforço máximo no final do protocolo.</p>2023-11-26T23:27:39-08:00Copyright (c) 2023 Flávio Ricardo Guilherme, Sérgio Luiz Carlos dos Santos, Miquel Robert I Ferrerhttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1368Princípios táticos fundamentais do futebol brasileiro: uma análise em periódicos acadêmicos da educação física no Brasil2024-07-18T08:27:32-07:00Renato Grecco de Souza Limarenato.2196189@discente.uemg.brRogério da Cunha Voserrogeriovoser@gmail.comBrandel José Pacheco Lopes Filhobrandelfilho@gmail.comJosé Oswaldo Sampaio de Mendonçaoswaldo.mendonca@ifs.edu.brWesclay José de Andrade Santosclay1605@hotmail.comLucio Marques Vieira-Souzaprofedf.luciomarkes@gmail.com<p>O conhecimento tático no futebol influencia diretamente no bom resultado da partida permitindo, um domínio nas ações e decisões durante o jogo. Estes princípios táticos acentuam ações específicas tanto na fase ofensiva quanto defensiva sendo elas, cobertura ofensiva ou defensiva, penetração, contenção, equilíbrio, concentração, espaço e mobilidade. Para tanto, este estudo tem como objetivo analisar a produção científica, em periódicos acadêmicos da área de Educação Física, relacionados ao tema princípios táticos do futebol brasileiro. Foram identificadas produções de acesso gratuito e em língua portuguesa, seguindo da utilização dos descritores “futebol”, “princípios táticos” e “tática”. Artigos que não se encaixam nestes descritores foram de descartados. Foram incluídos 11 artigos para revisão. Estes estudos analisados apresentam os princípios táticos como ações ocorridas durante a partida que permitem aos atletas fomentar soluções para problemas que surgem durante o evento. O comportamento dos atletas tende a ser norteado pela posição ao qual se encontram em campo demonstrando assim que, aspectos táticos/técnicos devem ser prioridades no processo. A adequada utilização destes princípios tende a facilitar a organização e desempenho dos atletas durante o jogo, o que consequentemente permite um melhor resultado.</p>2023-11-26T23:27:31-08:00Copyright (c) 2023 Renato Grecco de Souza Lima, Rogério da Cunha Voser, Brandel José Pacheco Lopes Filho, José Oswaldo Sampaio de Mendonça, Wesclay José de Andrade Santos, Lucio Marques Vieira-Souzahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1366Descrição do esforço percebido, da recuperação e do estado menstrual em um torneio único congestionado de futsal feminino europeu: o caso da equipe vencedora2024-07-18T08:21:44-07:00Gabriela Dal’Mazgabrieladalmaz@gmail.comMarta Gimunovágimunova@fsps.muni.czKoulla Parpakparpa@uclan.ac.ukMayara Maciel Batistamayamb2@hotmail.comAna Carolina Paludoanacpaludo@gmail.com<p>O estudo apresenta dois objetivos principais: (i) descrever o esforço percebido e a recuperação de jogadoras de futsal durante um torneio congestionado e (ii) comparar as respostas das jogadoras de acordo com a fase do ciclo menstrual. Dez jogadoras profissionais italianas de futsal (idade: 27,7 ±4,9 anos; altura: 165,3 ±4,8 cm; massa corporal: 60,4 ±2,3 kg) pertencentes à mesma equipe foram avaliadas durante 3 partidas de um torneio europeu de futsal feminino de 4 dias. A recuperação percebida (TQR) foi coletada antes e o esforço percebido (RPE) após as partidas. A fase do ciclo menstrual (folicular precoce, dia 10-15 e após o dia 15) foi coletada após o torneio. As jogadoras apresentaram um aumento significativo na PSE das partidas 1 e 2 para a partida 3 (F=9,30; p=< 0,001), porém não foram encontradas mudanças significativas na recuperação pré-jogo (F=2,48; p=0,102). Considerando a fase do ciclo menstrual, na última partida (jogo 3), as jogadoras no dia 10-15 do ciclo menstrual (próximo à ovulação), apresentaram menores valores de recuperação e menor esforço de jogo em comparação com as jogadoras no início da fase folicular, com um efeito médio (0,68) e grande (0,87), mas pouco claro. Os resultados destacaram que um simples torneio congestionado resultou em uma percepção de alta intensidade na última partida, sendo esta maior naquelas jogadoras no início da fase folicular. Deve-se ter cautela na interpretação, uma vez que os resultados são representativos da equipe vencedora neste torneio específico, portanto, os resultados não devem ser generalizados para outras situações.</p>2023-11-26T23:27:24-08:00Copyright (c) 2023 Gabriela Dal’Maz, Marta Gimunová, Koulla Parpa, Mayara Maciel Batista, Ana Carolina Paludohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1364Memes e futebol: Interações sociais nas páginas de instagram dos 20 clubes da série A do campeonato brasileiro masculino 20222024-07-18T08:17:41-07:00Gabriel Limirio Mendonça Silvagabriel.1592860@discente.uemg.brWesley Marques da Silvawesley.silva@uemg.br<p>Esta pesquisa é resultante de uma iniciação científica, junto ao edital PAPq 01/2022, vinculada ao curso de Educação Física, da Universidade do Estado de Minas Gerais-UEMG, unidade de Ituiutaba. Objetivou-se compreender os processos/dinâmicas de interações sociais entre clubes/torcedores, considerando as representações culturais de <em>memes</em> futebolísticos em páginas oficiais de <em>Instagram</em> dos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro Masculino 2022. Trata-se de uma pesquisa de campo <em>online</em> na linha qualitativa com base netnográfica. A coleta de dados teve como <em>lócus</em> o <em>Instagram</em>, sendo realizada no mês de julho, entre a 15<sup>0</sup> e 20<sup>0 </sup>rodada. Teve como suporte o diário de bordo, e como técnica a observação não participante. Os dados coletados foram analisados pelas técnicas de codificação analítica, interpretação hermenêutica e indução. Foram analisados 66 <em>memes</em> futebolísticos por seus tipos, classificações e categorias. As categorias definidas a posteriori foram: Futebol e clubes, Futebol e racismo, Futebol e jogos de azar, Futebol e <em>marketing</em>, Futebol e <em>anime</em>, Futebol e jogos eletrônicos. Sobre a interação clube/torcedor por meio de <em>memes</em> futebolísticos, 75% dos clubes utilizam dessa prática, destacando-se as equipes do Palmeiras, com 31,81%, Flamengo e Coritiba com 12,12%. Com respeito aos tipos, estiveram presentes os <em>memes</em> verbo visual com 56,07%, <em>meme </em>visual 30,30%, <em>meme</em> textual 3,03%, <em>meme</em> verbo áudio visual 10,60%. Concluiu-se que os <em>memes</em> futebolísticos propõem diálogos e sentidos ao futebol nas mais diversas possibilidades de sociabilidade, podendo criar uma arquibancada virtual, em que o conteúdo e a subjetivação de cada espectador irão formar sua concepção.</p>2023-11-26T23:26:17-08:00Copyright (c) 2023 Gabriel Limirio Mendonça Silva, Wesley Marques da Silvahttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1360Síndrome de Burnout em jovens atletas em idade escolar.2024-07-18T08:14:19-07:00Leonardo Dummer Velasqueleonardovelasqueesef2017@gmail.comCamila Borges Müllercamilaborges1210@gmail.comGustavo Dias Ferreiragusdiasferreira@gmail.comRousseau Silva da Veigarousseauveiga@gmail.comEraldo dos Santos Pinheiroesppoa@gmail.com<p>O objetivo geral do presente trabalho é identificar a prevalência da Síndrome de Burnout em jovens atletas em idade escolar. Este trabalho é um estudo do tipo transversal descritivo com característica quantitativa, com amostra constituída por 24 jovens do sexo masculino, entre 15 e 17 anos de idade de uma categoria de base de futebol masculino. Foi utilizado o “Questionário de Burnout para Atletas”, composto por 15 questões de múltipla escolha, empregando a escala Lickert de cinco pontos. A normalidade dos dados foi testada por meio do teste de Shapiro-Wilk. Os resultados descritivos das questões, foram descritos por meio de mediana e intervalo interquartil (25 – 75). Já os dados sobre as dimensões, tiveram empregada estatística paramétrica, apresentando estes resultados em média e desvio padrão. A questão que obteve a maior mediana (4) foi “Eu estou realizando muitas coisas que valem a pena no esporte?”. Ainda foi possível identificar que a dimensão que teve um resultado diferente das demais foi “exaustão física e emocional”, com mediana 2. Todo tratamento estatístico foi realizado através do <em>software</em> SPSS 20.0. Identificou-se que os atletas envolvidos não apresentam características de síndrome de Burnout, considerando os critérios previamente estabelecidos pela literatura científica.</p>2023-11-26T23:26:10-08:00Copyright (c) 2023 Leonardo Dummer Velasque, Camila Borges Müller, Gustavo Dias Ferreira, Rousseau Silva da Veiga, Eraldo dos Santos Pinheirohttps://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/1358Comparação do aproveitamento de pontos dos clubes em casa entre edições do campeonato brasileiro série A2024-07-18T08:10:37-07:00Igor Martins Barbosaigormartinsbarbosa2@gmail.comGabriel Rigo Webergabrielweber.edf@gmail.comMarcelo Henrique GlanzelMarceloglanzel8@hotmail.comHenrique Santos LimaHenriquelima090@gmail.comDerik Silveira da SilvaDeriksilveira.silva@gmail.comLuiz Fernando Cuozzo Lemosluizcanoagem@yahoo.com.br<p>Objetivo: comparar o aproveitamento percentual de pontos dos clubes, obtidos em casa, entre edições do campeonato brasileiro série A. Materiais e Métodos: Foi realizado um levantamento dos resultados de jogos em casa de cada equipe que disputou o campeonato brasileiro da série A. O somatório total de pontos conquistados por cada equipe e em cada edição foi utilizado para calcular o percentual de aproveitamento individual dos clubes. Resultados: Não foram observadas diferenças (p=0,078; t=1,810; IC95% = -0,93 -16,75) na comparação do aproveitamento médio durante as edições com (2012-2019 =58,80 ±14,21%) e sem a presença de torcedores (2020-2021 = 50,89 ±16,67%). Por outro lado, foi encontrada diferença entre as edições 2018 e 2021 (F (9, 190) = 2,043; p=0,030; IC95% = -30,51- -0,80), sem diferenças em demais edições (p≥0,072). Conclusão: O aproveitamento das equipes por pontos conquistados em casa, não diverge em virtude da presença de torcedores ou do som mecânico nos jogos.</p>2023-11-26T23:26:02-08:00Copyright (c) 2023 Igor Martins Barbosa, Gabriel Rigo Weber, Marcelo Henrique Glanzel, Henrique Santos Lima, Derik Silveira da Silva, Luiz Fernando Cuozzo Lemos